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17/03/15 | 15:46h

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Ruas de Ará e a homenagem à capital sergipana #Aracaju160anos: seu farol, suas praias e seus coqueiros

#Aracaju160anos: seu farol, suas praias e seus coqueiros

Ruas de Ará é uma poesia/canção, criada em 2000, que reúne toda a afeição, gratidão e irreverência do amigo compositor, produtor e cantor, Paulo Lobo, ao homenagear a nossa capital sergipana, Aracaju.

Aracaju completa neste 17 de março 160 anos. Nada melhor que aprovietar o "feriado" na querida Aju city, ouvindo Ruas de Ará!

 

 

 

04/03/15 | 13:16h

Voltas de arte e beleza, é o que propõe a exposição da artista plástica Maili Lantyer. Nesta quarta-feira, 04, a partir das 20h30, ela estará expondo suas peças no Maori Bar, na Orla de Atalaia. Uma mistura de tons e movimentos, mas sempre com uma geometria circular, a mandala é citada como antiguidade de origem oriental, sobretudo no Tibete, do século VIII a.C.. Para os religiosos, é um arco sagrado de meditação. Para os psicólogos, um instrumento de terapia para recuperar o senso. E para os apreciadores de arte, a criatividade em manifestação circular.

 

Aos 26 anos de idade, Maili Lantyer revela na singularidade de suas obras a busca pela harmonia e concentração. “As mandalas representam para mim a busca do equilíbrio, que podemos encontrar dentro de nós, quando procuramos. É algo muito satisfatório, e dá uma leveza. Então sempre que penso em coisas bonitas eu penso em criar uma mandala. É uma forma minha de compartilhar essa sensação, e influenciar outras pessoas a essa busca, sem precisar que eu fale nada”, comentou a artista sorrindo.

 Notícias Sergipe

A exposição de Maili Lantyer é aberta ao público e contará ainda com som ambiente selecionado pelo Maori Bar, com a playlist do melhor da musica brasileira e internacional.

 

25/01/15 | 11:57h

Ela observava da janela do quarto o movimento dos seus vizinhos, alguns cumprindo o cotidiano de sair às pressas para o trabalho cujo repouso vem só no sétimo dia da semana, outros comentando da porta de casa notícias ventiladas na imprensa - desta vez com a breve repercussão de jovens, entre eles mulheres, que recusam o alistamento ao exército e a repressão aos Palestinos. Quando, então, sua ansiedade por conhecer o Brasil a lembrou: não é hora de arrumar o mochilão? As passagens já estavam compradas, o pedido de demissão do trabalho aceito, e até o contrato de cancelamento do aluguel do apartamento já estava encaminhado. Os próximos três meses seriam longos para a israelense de Jerusalém, Ortal Hacksur, que decidiu completar seu aniversário de 27 anos no país tropical da maneira mais aproximada da liberdade que ela dizia buscar: desprendida de tudo.

(Convite de Ortal para sua festa de despedida em Israel)

 

Sendo carioca

Apesar de passar anos curiando através de reportagens e livros sobre a cultura brasileira, Ortal deixou para definir a ordem das paradas de sua trip a partir do Rio de Janeiro. “Meu destino vai depender das ideias que surgirem, sugestões”, assim foi ela. Belas praias não faltam em Israel, mas ela desejava pisar inicialmente na areia de Copacabana, e ouvir os despretensiosos “gostosa!”, que a entusiasmaram logo de cara. Na capital do Cristo Redentor, a israelense que já tinha o samba no pé e as músicas de Monobloco e Ivete Sangalo na cabeça, aprendeu algumas expressões em português caprichadas com sotaque carioca: Obrigada! Cai fora mané! Provou açaí (curiosamente a famosa feijoada só provou em Aracaju-SE), e fez amizades que a levou às prévias do carnaval no sambódromo.

 

 


“Eu não pude parar de chorar quando vi o pré-carnaval no Rio. É um sonho se tornando real. Te amo Brasil”, disse Ortal, que junto aos foliões abriu alas à Escola de Samba Portela. Desde os doze anos de idade a israelense já sonhava em presenciar a euforia do carnaval brasileiro, que assistia apenas pelos flashs de TV. Daí o motive de seu coração ter seguido o molejo dos pandeiros e disparado de alegria no ensaio de desfile da Portela. “Quando a Portela começou a marchar e a música a tocar, eu vi todos dançando no mesmo ritmo e expressando muita diversão. Meu coração bateu muito forte e comecei a chorar. Chorei de alegria, e dancei chorando”, contou ela aos risos. Amante de futebol, Ortal também aproveitou para ver um clássico, que rolou entre os dias de sua trip no Rio: Flamengo x Vasco no Maracanã.

 

Entre uma parada de ônibus e outra no Rio, Ortal disse que provou da simpatia dos cariocas, alguns que, mesmo sem saber falar em inglês, arriscavam orientá-la até com mímicas. E movida pelo instinto de porta-voz profissional (comunicadora) que é, a israelense tentava trocar ideias com quem se dispusesse. Mais ou menos assim: “aqui vocês têm mais feriados e dois dias de final de semana para descansar do trabalho. Em Israel, oh meu Deus, só temos um! Mas lá vocês não reclamariam do transporte público, é eficiente, dispenso carro...”. Durante um dos trocadilhos, quando questionada por um guri da favela do Rio sobre de onde ela é, a gargalhada foi inevitável com a associação irônica feita com sua resposta: - É de Israel?! Ai eu respeito!, exclamou o rapaz, posicionando o boné de trás para frente e fazendo simbologia de arma com as mãos.

 

Como todas e todos israelenses, aos 16 anos Ortal já era avaliada em sua escola sobre suas habilidades para aos 18 anos estar disponível ao exército do seu país. Sua grande experiência foi em um ataque na Faixa de Gaza, quando, apesar de sabendo manusear muito bem um fuzil, contribuiu apenas com o serviço social. Sem dúvida sua aguçada cautela a acompanhou nessa trip no Brasil, lugar que ela sabia de que não tinha as melhores estatísticas sobre a segurança pública, contudo em evidencia estava sua simpatia para conquistar a companhia certa de brasileiras para circular por lugares apaixonantes, e provocar risadas diante das recomendações constantes e sérias (sérias mesmo) de sua mãe por telefone: volte com um marido! “Ok, mama. Com certeza, lembrarei disso, e das sandálias Havaianas também” (risos).

 

Do arraial ao frevo

Em poucos dias a israelense deixou a capital para curtir o cenário de Arraial do Cabo, ainda no Rio, onde o sol instiga a diversão e a lua envolve os encontros... 

Mas esteve ali apenas o suficiente para colher novas emoções e para partir para o litoral do Nordeste, Recife – para ver o Galo da Madrugada. Era sábado de carnaval, e mesmo disputando espaço com milhares de foliões, em um calor de 36 graus, Recife novo, Recife antigo e Olinda foram palcos de suas fantasias embaladas de frevo. Ali Ortal pôde ser a bailarina brasileira compartilhando cultura até com alemães, coreanos, venezuelanos e outros que também não deram trégua a vontade de estar no Brasil nessa época.


(Folia da bailarina do frevo)

 

  

 

 

O leitor deve estar estranhando a ausência de citações sobre as influencias religiosas que Ortal poderia ter. De família judia, Ortal cresceu convivendo com o interminável conflito entre judeus e mulçumanos/palestinos, e quase perde um irmão em um ataque terrorista a um ponto de ônibus em Israel. Algumas de suas crenças são tradicionais, seu interesse em casar com um homem circuncidado é real, mas sua disposição de mente estava para uma realidade desprendida. Então, estar em país laico, e onde a maioria religiosa é cristã (devota Cristo, Jesus) não seria problema, mas sim mais um impulso para sensação de estar um pouco livre do cotidiano. “Acho que o Brasil tem incríveis belezas naturais, tem as mulheres mais sexys do mundo e os homens mais amáveis, mas o mais importante é a alegria transmitida pelas pessoas. Essa energia, que parece liberdade, me faz desejar morar aqui”, declarou Ortal. Durante a viagem ela chegou, inclusive, a procurar emprego com a ideia de se mudar de vez para o Brasil, entretanto, sem a ter a fluência em português ficou difícil conseguir.

 

Onde nos conhecemos

  
(Porto de Galinhas/Recife)

 

Foi em Recife que eu a conheci, em um hostel - melhor lugar para encontrar pessoas de diferentes nacionalidades. Interrompemos a folia do sábado de carnaval para ter uma diversão relax em Porto de Galinhas. E ali surgiu o convite para depois da trip em Recife, Ortal partir para Aracaju, minha terra. Na agradável Aracaju, Ortal trocou os hostels para ficar no aconchego do apartamento da designer paulista Fabiana Droppa - local onde outras estrangeiras já haviam passado a experiência do Couchsurfing.

  

Obvio que fomos à praia da Orla de Atalaia, um dos pontos turísticos mais encantadores da cidade, e, à noite, ir ao Maori Bar, curtir música alternativa brasileira foi super ideal. Nos demais quatro dias, as feiras culturais e monumentos do Centro da capital chamaram a atenção da israelense. E praticar o standup paddle, pela primeira vez, na Orla Por do Sol também. Mas, em geral, boa parte do tempo foi dedicado aos jantares, pedais e conversas descontraídas entre mulheres de personalidades distintas: Fabiana, Ortal e eu, compartilhando nossos jeitos e práticas culturais... Foi em um momento desses que aprendemos com Ortal que gritar, repetidamente, no meio da rua, algo como “Ya, ya, ya, ya...” é sinal de celebração em Israel. Ela fez isso quando, durante um pedal, avistou uma noiva sendo fotografada na praça.

 

 
 

Ainda buscando sugestões para as próximas paradas, Ortal pegou um ônibus de Aracaju para a maravilhosa Chapada Diamantina/BA, conforme aconselhamos. Ela estava afim de provar daquele bem estar nas cachoeiras, trilhas e morros da Chapada. Mas não vou estender mais aqui a descrição da continuidade dessa trip de Ortal, que rendeu ainda a capital Salvador e a volta ao Rio de Janeiro, onde precisou finalizar e partir para Israel. Mas ficam aqui outras imagens das lembranças da israelense, que deixou o Brasil em lágrimas, mas já com planos de voltar.

 

E se eu gostei dessa experiência de conhecer essa menina? Gostei muito, me surpreendi! Ortal foi a primeira israelense que conheci, mas seu jeito de ser tão leve e simples me deixou muito a vontade com sua cultura como se já conhecesse outros de lá. Sem contar que seu afeto pelo Brazil acabou refletindo na nossa amizade e em outras que ela construiu aqui! Lhe direi sempre: o carinho é recíproco, carioca israelense!

 

 

Curiosidade: Ortal me contou que já tinha se deparado com brasileiros em sua terra, especialmente, aqueles que choram emocionados visitando ruas que Cristo trilhou ao calvário, caminho diário que ela seguia ao trabalho. “Sempre me sinto estranha quando passo por ali, pareço indiferente aos choros dos cristãos. Por que eu não choro também? Ok, sou de família judia. Estranho isso, não? Mas são apenas diferenças culturais/religiosas. Fiz amizades com cristãos e até ateus no Brasil, e acredito que podem durar a vida toda”, apostou ela.

 

 

*Raissa Cruz, jornalista, editora do portal NaPolítica, mas amante do universo cultural. 

 

 

25/01/15 | 11:44h

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E nunca acabou o Acabou Chorare Moraes e o filho. Foto: divulgação

Moraes e o filho. Foto: divulgação

“O negócio foi tão bom, que com apenas nove músicas pegou, e é sucesso até hoje”. A frase despretensiosa de Moraes Moreira tem feito plateias vibrarem na Turnê “40 anos de Acabou Chorare”, em comemoração ao álbum lançado em 1972 pelo grupo Novos Baianos, do qual ele fazia parte. Uma homenagem a uma das maiores relíquias artística do país, que promete se eternizar pelas gerações de juventudes. Esse propósito tem sido reafirmado nos palcos de cidades brasileiras, por Moares acompanhado do filho o músico Davi Moreira, que nasceu no ano seguinte do lançamento de Acabou Chorare.

 

A turnê, que iniciou em 2012, esteve em setembro de 2014 em Aracaju, quando então tive a oportunidade de entrevistar Moraes, rapidamente, mas o suficiente para ouvir que Aracaju lhe atrai a ficar de boresta na cidade, e que Novos Baianos foi, de fato, um movimento criador de uma filosofia de vida. Confira no áudio (com umas fotinhas nossas também):

 

 

O show em Aju em um carinho aparte

Ou Moraes Moreira manteve seu entusiasmo dos anos 70 até os dias atuais, ou a passagem da turnê 40 Acabou Chorare em Aracaju foi feita com um carinho especial. Fui assistir com minha irmã e uma amiga e, pelo menos em nossa memória, sobre a noite do dia 03 de setembro de 2014 no Teatro Tobias Barreto, ficou a lembrança de que embora com a voz já rouca, dos seus 66 anos de idade, o antigo integrante do Novos Baianos fez questão de cantar e tocar todas as músicas do álbum e outras mais com a apreciação de quem parecia fazer de cada uma delas um show particular.

 

O instigante cavaquinho de “Preta Pretinha”, a guitarra quente de “Tinindo Trincando, o samba de “Swing de Campo Grande”, e o agito de “Besta é tu” não foram maiores nem menores do que o arrepio inevitável diante do coral do público cantando com Moraes e seu filho Davi o “Mistério do Planeta”.

 

A emoção também tomou o teatro enquanto se tocava “Brasil Pandeiro”, que seguida ainda de “Aquarela do Brasil”, de João Gilberto, soaram como um hino brasileiro. Em “Brasil Pandeiro” e a “A Menina Dança”, a recordação da voz de Baby Consuelo, bateu forte, e se ouvia alto a mulherada tentando relembrar o tom da cantora.

 

Brilhantismo a parte também foi Davi Moreira resgatando o talento de Pepeu Gomes, quando se destacava com sua guitarra ao tocar “Um bilhete pra Didi”. O próprio Davi não conteve a empolgação e desceu do palco para tocar no meio do público, que já havia abandonado as cadeiras do teatro para curtir de pé, dançando. E para a estrela da noite, a canção Acabou Chorare, Davi também teve grande participação, fazendo um belo dueto com o pai. Tudo isso na companhia de uma banda que trazia, entre outros especialistas, o baterista Jorginho Gomes, ex-Novos Baianos também.

 

O show rendeu ainda marchinhas de carnaval e frevo. Sem dúvidas, trazendo a memória de outros ex-integrantes do grupo, como o vocalista Paulinho Boca de Cantor, o baixista Dadi e o compositor Luiz Galvão. Acabou Chorare foi o segundo, e mais aclamado, dos discos de Novos Baianos, e esteve em primeiro lugar na lista dos 100 maiores discos da música brasileira, avaliada pela revista Rolling Stone. Sob a influência de João Gilberto, o pioneiro da bossa nova, Novos Baianos carregou marcas do samba, do rock, do tropicalismo, e continua encantando até hoje, mesmo depois de seus integrantes passarem a seguir cada um o seu caminho.

Exibindo novos baianos.jpg

A turnê dos 40 Anos do álbum com Moraes e Davi, patrocinada pela Petrobrás, se encerrou em dezembro de 2014, depois de dois anos de estrada por 11 cidades do Brasil. PS: O único fato questionável da turnê, fora do mérito dos artistas, obvio, é por que em um projeto intitulado Petrobras Cultural, patrocinado pela maior estatal do país, cujo maior acionista é o Governo do Brasil, os ingressos custam R$ 80, cada inteira? Êê, Brasil.

 

Ouça o lindo álbum completo Acabou Chorare e divirta-se: 

 

*Raissa Cruz, jornalista, editora do portal NaPolítica, mas amante do universo cultural. 

30/05/14 | 00:49h

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“Aqui e agora sou muitos”, Marcelo Déda. Obra homenageia governador Eliane contém as lágrimas e sorri para foto: deixa eu parecer feliz

Eliane contém as lágrimas e sorri para foto: deixa eu parecer feliz

Por Raissa Cruz

 

No aniversário de quatro anos da restauração do Palácio-Museu Olímpio Campos (PMOC), uma homenagem ao governador Marcelo Déda, com seu perfil pintado pelo artista plástico Bené Santana, emocionou a ex-primeira-dama, e secretária de Inclusão Social, Eliane Aquino, durante a solenidade na noite desta quinta-feira, 29. “Este quadro é a mesma expressão de felicidade que Marcelo Déda mostrou na inauguração da restauração do Palácio. Acho que essa homenagem linda é justa, não só para que as pessoas nunca mais esqueçam quem foi Marcelo Déda, mas que procurem saber quem ele foi, e na história se inspirem no homem digno que ele foi”, disse Eliane.

 

Abaixo da obra, foi fixada uma lembrança poética da frase ditada pelo governador em seu ato de posse: “sei que hoje não sou aqui apenas um, nem me caibo na solidão do pronome eu. Aqui e agora sou muitos”, Marcelo Déda. 

 

Projetado e criado entre 1859 e 1863, o PMOC foi restaurado no Governo Déda, que em 2010 entregou o Palácio com características arquitetônicas originais recuperadas, e com todo seu acervo disponível para exposições, além de uma galeria de artes. Segundo o governo, foram criados novos ambientes no palácio, com salas temáticas que retratam a história dos Governos de Sergipe, registros da evolução urbanística da capital, entre outros.

 

“A primeira vez que eu tive um contato com Marcelo Déda, foi ouvindo a voz dele da tribuna do Congresso Nacional. Ele já chamava a atenção do tanto que ele defendia Sergipe. Ele sabia da necessidade de elevar a autoestima da população sergipana, para que nunca se sentisse inferior a qualquer outro Estado, e achou que ele conseguiu isso. Sergipe não tem mais hoje a síndrome do patinho feio. E não era só política, meu filho, João Marcelo de 10 anos, acha que não existe lugar melhor na face da terra do que Sergipe, e quando ele fala de Sergipe ele reproduz as mesmas palavras que o pai usava. Então quando a gente faz com o coração e com a verdade a gente contamina”, completou Eliane à nossa reportagem.

 

A homenagem sugerida pelo governador Jackson Barreto (PMDB) contou ainda com a apresentação da Orquestra de Cordas da Sinfônica de Sergipe, com os maestros Guilherme Mannis e Daniel Nery, e o solo da soprano Nalini Menezes. “O que mais fica como inspiração do Governo Marcelo Déda era a seriedade dele para administrar o Estado, e o respeito com que ele li dava com seus adversários. Isso é o que estamos seguindo”, declarou Jackson.

 

Da redação Na Política.com

02/05/13 | 00:31h

Com as palavras da Naomilda Produções, segue aqui a chamada para um bom pacote cultural que deve agitar a Casa Rua da Cultura, neste sábado...

Três dias após o Dia do Trabalhador, que tal apreciar um sabadão fruto de muita labuta artística? Do latim mussumânico... Eis a Surubis Culturalis! Uma parceria da Naomilda Produções e Casa Rua da Cultura. Segue a programação que preparamos:

 

Iniciando os trabalhos, a partir das 17h, o Bazar das Poderosas. A entrada é franca, mas o acesso fica free só até às 22h. Depois dessa hora, pra ficar na casa, tem que dar uma chegada na bilheteria e pagar o ingresso para o resto da programação.

 

Às 21h, é a vez do teatro. A Cia Stultifera Navis apresenta o seu espetáculo C(S)emNelson!

E pra fechar a noite, a partir das 23h, shows com as bandas Casa Forte, Seu Montanha, Alunte e Tody's Trouble Band!

 

Ingressos

Só show: R$15 | Só teatro: R$20 (inteira); R$10 (meia).

Promoções

Teatro + show: R$20 | Casal de toda sorte até 23h só para o show: R$25.

 

Aqui, do “Loboratório” de Paulo Lobo da TV Aperipê, entrevista e música inédita da Tody's Trouble Band, atração do Surubis Culturalis:

01/05/13 | 23:52h

Bateu uma saudade de um espetáculo teatral assistido em Aracaju no Festival de Teatro de Sergipe deste ano, no final de março. Plural é o nome da peça da Companhia Nu Escuro, de Goiânia, que deixou muito clara a lembrança de uma arte cênica cheia de beleza de palco, com figurino, cenário e iluminação marcantes, e, acima de tudo, de um espontâneo e redondo enredo. A história de uma menina do interior, Maria, contada em primeira pessoa com um elenco de três atores e quase uma dezena de marionetes artesanais, além de, vez por outra, ser memorizada na peça pela voz da própria já senhora Maria, tomou a atenção do público no Teatro Atheneu.

 

Os risos do público durante as ironias de Maria ou com as atitudes rabugentas de sua avó, foram tão unânimes quanto às faces de sensibilidade diante da realidade apresentada de dificuldades na zona rural ou preconceito e abusos na cidade. Tudo, porém, poderia ser traduzido de forma comum, já que é corriqueiro se utilizar em peças de temas que reportem lamentos, inseguranças ou alegrias. Mas a Companhia, embora no escuro, deu um destaque brilhante aos seus marionetes de meio metro, chegando até, em certo momentos, a encenar com eles, de maneira que os bonecos pareciam ter vida própria. E assim, a identidade de Maria e suas plurais recordações viraram um drama que reuniu a poesia, o trágico e o humor, realmente como previa a sinopse da peça.  Os comentários positivos do público foram diversos após o espetáculo.

 

O bilhete de uma peça como Plural é comprado por entre R$ 20 a R$ 30. Mas durante a realização do Festival de Teatro, não só essa peça, como muitas outras de companhias do estado e nacionais foram assistidas gratuitamente. Uma ótima oportunidade para os amantes do bom teatro. Mas privilégio semelhante se repete continuamente em Sergipe, seja nos teatros ou ao menos em espaços como a Casa Rua da Cultura de Aracaju. Talvez a qualidade das produções não alcance em 100% a capacidade de recursos de companhias como a Nu Escuro, de 16 anos de trajetória e que com o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2011 fortaleceu o "Plural", mas grupos sergipanos como Caixa Cênica, Imbuaça, Stultifera Navis, Eitcha e outros, caminham para isso. E dão ao público semelhante satisfação ao fim de cada apresentação, por R$ 10, R$ 15 ou, em eventos excepcionais, sem custo algum. É só ficar ligado nas programações. A saudade do empolgante espetáculo Plural, por exemplo, vai ser compensada com a estreia do “O Natimorto”, da Caixa Cênica, dia 11, que promete ser marcante também. Mais à frente daremos mais detalhes.

 

Aqui um documentário com detalhes sobre a montagem do espetáculo Plural: 

01/05/13 | 23:42h

Uma das obras-primas da dramaturgia mundial de Shakespeare será o presente de comemoração, em Aracaju, pelos 20 anos do grupo de teatro Clows de Shakespeare, de Natal/RN. O espetáculo Hamlet – Um Relato Dramático Medieval se apresentará no próximo domingo, dia 05, às 20h, no palco do Teatro Lourival Batista. Os Clowns afirmam que estudaram cinco traduções da obra para montar a versão de Hamlet.

 

Dirigido por Fernando Yamamoto e com a assistência de encenação de Lígia Pereira, o espetáculo conta com Márcio Aurélio, que é considerado destaque entre os encenadores brasileiros. A montagem tem apresentação do Ministério da Cultura e da Petrobras, e patrocínio da Chesf e Banco do Nordeste/BNDES via Lei de Incentivo à Cultura. O bilhete custa R$20 (inteira) e R$10 (meia), e pode ser adquirido na bilheteria do teatro.

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29-05-2017
 

 

 

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