Na Política

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Thiago Paulino

11/05/17 | 09:49h

Por Thiago Paulino

 

Brasil. País que vive um período de transição.  Quem tem filho adolescente sabe  muito bem que transição é algo não tão fácil de atravessar.  A garotada  cresce, vem aquela  chuva de emoções fortes (provocada pelos hormônios, insegurança própria da idade) e às vezes é empurrada para a vida adulta sem ainda ter amadurecido.

 A democracia brasileira  e por consequência a cidadania do brasileiro também está buscando amadurecer. Tivemos aí uma longa interrupção durante o a Ditadura Militar no nosso agir político como um todo. Quando a democracia voltou,  ficamos muitos anos (digo isso de uma forma geral) reduzindo nossa participação política ao voto obrigatório. Mas um dia a vida cobra...  Como tudo são ciclos, as consequências de apenas participar votando uma hora chegariam.   Em junho de 2013  entramos na "adolescência".  Protestos e muitos protestos vieram em seguida, mas precisamos afinar esse agir político nas práticas do cotidiano.  Criar novos hábitos. Quando votamos, entregamos uma carta em branco para os representantes, mas o problema é que não criarmos hábitos de fiscalizar e acompanhar melhor a atuação dos nossos "representantes".  Formas de prestação de contas para a população é algo fundamental para estreitar esse laço.   

 

Vivemos em um país que  começa a perceber que do jeito que está não dá e não pode mais. Mas ainda precisamos fazer mais a nossa parte para mudar esse cenário. Estamos começando a perceber que é necessário amadurecermos politicamente para mudar enquanto país. E  buscando refletir como podemos instigar  ainda mais nossa cidadania política,  caro cidadão, pensei em 3  dicas:

 

1.  Fuja  dos posicionamentos extremos e não compre  discursos prontos.  Por mais  que tenhamos inclinações  que pendam para um deles, cheque informações e não repasse de imediato (na dúvida é até melhor silenciar). É preciso criar mais pontes e buscar soluções práticas, do que acirrar debates e ofensas.   Não incorpore discursos como: "A culpa da corrupção é PT"  ou "Lula foi quem tirou o povo da miséria".  O problema dos discursos prontos é que eles nunca enxergam nuances importantes, não buscam entender mais profundamente a questão e podem até ter alguns fragmentos de verdade.  Por exemplo, houve corrupção no governo do PT e os programas sociais e aberturas de universidades ajudaram muitas pessoas a sair de uma condição social desfavorável. Mas percebam que há uma diferença entre usar essas informações para olhar um todo que é mais complexo e requer mais esforço na busca de soluções. Para fugir dos discursos prontos busque informações, leia, observe e principalmente reflita. Os programas como bolsa família e a construção de universidades são méritos todos do Governo?  Será que a sociedade também não pressionou?  Eles são suficientes? E a corrupção? Se o PT  for extinto, ela acaba?   Será que todos no Partido dos Trabalhadores concordam com práticas ilícitas?  Parta dos seus questionamentos... isso é busque a reflexão.  

 

2.  Crie pontes e aprenda debater politicamente de forma respeitosa. Não deixe a emoção  falar mais alto principalmente com quem não conhecemos na internet (a falta do face a face não nos dá o direito de agredir ninguém).  Culturalmente somos torcedores...  mas  política não é final de Confiança X  Itabaiana ou Fla X Flu.   Discutir política é essencial, porém mais essencial ainda é o respeito ao próximo. É bom um certo grau de frieza para pensar nos argumentos colocados e buscar o bom senso nas respostas.  Já  vi amizade quase sendo desfeita por causa de radicalismos ideológicos.  Não precisa-se converter ninguém. Saber dialogar e entender o argumento é uma forma de ampliar a visão e crescer na concepção política.  

 

3. Participe, conheça e fiscalize -  a amadurecimento político vem como uma maior participação da cidadania.  Perceber que construir soluções  requer trabalho de muitos. Como anda a escola no meu bairro?  Como o vereador eleito está atuando? Fiscalize e se informe como os políticos - os nossos servidores - estão honrando seus salários. Temos que mudar outro hábito cultural de reclamar  dos políticos,  ver somente o erro no outro. Mude o disco da reclamação para o da ação (nem que a ação seja pressionar um gestor junto com a comunidade por conta da falta de um remédio em um posto). Pesquise  iniciativas de pessoas quem vem cotidianamente trabalhando por um Brasil melhor (e acredite são muitas e nos deixam com o coração cheio de esperança). O campo de trabalho é vasto e se abrir o coração, vão surgir oportunidades de fazer a diferença nesse cenário.   

 

 São  três  dicas,  instigado cidadão!  Vamos em frente... temos muito trabalho nesse país que vai muito mais além do que Lula e Moro.  

 

*Thiago Paulino é aracajuano, jornalista, roteirista e editor de texto.  Jornalista pós graduado em Jornalismo Cultural e Mestre em Mídia e Cultura. Colunista do NaPolítica com a Cidadania Instigada.

Waldson Costa

19/04/17 | 10:31h

 
Com a grande maioria da população brasileira morando nas cidades, o índice de urbanização do Brasil é maior do que os índices dos Estados Unidos, Rússia e Japão . Esta situação exige uma grande ação do estado brasileiro para cumprir uma ordenada e sustentável urbanização e planejamento das cidades.
 
A realidade das gestões e o uso dos recursos públicos em obras no meio urbano historicamente se apresenta como um caminho de uso político individual e de personificação de mandatos eleitorais sem contar como um dos caminhos de grandes facilidades para o financiamento político eleitoral e troca de recursos sujos com empreiteiras. 
 
Voltando aos municípios brasileiros, hoje temos 5.570 municípios no nosso país com milhares destes configurados de pequeno porte e que possui a sua população pequena e economia baseada em repasses de fundos federais e economia basicamente rural. Por outro lado, temos as duas dezenas de grandes aglomerações urbanas com mais de um milhão de habitantes que se mostram maiores que alguns países europeus.
 
Essas diferenças de população, densidade, clima, relevo, cultura e história causam um processo desigual na gestão e nas formas de planejamento urbano e a sua eficiência vai além do bom uso dos recursos financeiros e estratégias modernas e transparentes de gestão pública. Deve-se pensar em uma nova forma de conceituar o município e quais as suas reais competências administrativas, legislativas e judiciárias. 
 
A Constituição Federal de 1988 estabelece atribuições aos municípios, mas não o diferenciou de acordo com as diversas características populacionais, de localização geográfica e dos seus níveis de desenvolvimento econômico e social. Isto traz uma uniformização que não consegue atender a todos de forma justa e abrangente.
 
As regiões metropolitanas se mostram como um bom caminho, mas algo complexo, elas não se constituem a nível de governo com uma estrutura política definida. Segundo Fernando Luiz Abrúcio (2001), boa parte dos problemas metropolitanos se deve a inexistência de algum patamar de organização de governo que viabilize, de forma planejada, a produção e distribuição de bens e serviços públicos no âmbito de todo o território “metropolizado”. 
 
Os defensores de instrumentos para uma efetivação da metropolização são poucos no âmbito político, e para estabelecer caminhos viáveis no legislativo que o normatizem essa questão é considerado algo difícil e muito trabalhoso. Esta escassez pode ser justificada pela necessidade de uma nova distribuição de territórios políticos e que poderiam dar novas configurações de territórios de poder e redução da influência direta de um determinado político no seu “reduto” eleitoral. Esta situação política, acaba dificultando uma estrutura organizacional específica para interesses plurimunicipais e metropolitanos.
 
Em Sergipe temos uma região metropolitana por meio da Lei Ordinária Nº 5.355, de 4 de junho de 2004 que poderia ser mais eficiente se existisse um arcabouço institucional mais estruturado, uma efetividade na sua governança e ações planejadas dos seus conselhos.
 
É necessário ir além da visão municipalista para o enfretamento dos problemas urbanos, tendo em vista que alguns problemas como a degradação dos níveis de qualidade de vida, a periferização das moradias e a falta de qualidade no atendimento à saúde transcende os limites territoriais dos municípios.
 
Ressalta-se que qualquer experimento de planejamento e de gestão metropolitana deve fundamentar-se na perspectiva da equidade de recursos e priorização de ações e medidas nas áreas de maiores conflitos ambientais, sociais e de segurança pública. E não somente pensar em resolver problemas específicos que atendam o transporte urbano e a disposição final do lixo por meio dos consórcios, como é o caso da Região Metropolitana de Aracaju.
 
A metropolização é em caminho viável, complexo e instigante para a resolução de problemas municipais, pois ela uni forças e poder institucional para estabelecer alianças e resoluções de conflitos que somente um município não é capaz de resolver.
 
Um passo inicial deve ser dado na Região Metropolitana de Aracaju com uma discussão mais profunda sobre quais os municípios devem fazer parte deste aglomerado. De 2004 para cá, houve mudanças significativas no âmbito da moradia e dos movimentos pendulares de trabalho e emprego o que gera uma necessidade de alinhamento prático com essa atual realidade. 
 
Outra necessidade urgente é considerar essa tendência de metropolização no Planos Diretores Municipais para que os municípios, de forma integrada e soberana, possam buscar arranjos institucionais comuns para a melhoria da qualidade de vida da sua população. 
 

Eron Ribeiro

12/04/17 | 10:39h

Por Eron Ribeiro

Com a definição de Roeman Oliveira para a Seplag, em lugar de João Augusto Gama que foi deslocado para a Secretaria de Estado da Cultura, o governador Jackson Barreto de Lima (PMDB) resolveu o impasse com a família Reis de Lagarto. O problema foi iniciado quando o Secretário de Saúde do Estado Almeida Lima não concordou com a nomeação de Rosman para a Fundação Hospitalar de Saúde (FHS).

Perseguição
O ex-vereador Agamenon Sobral (PHS) afirmou que está sendo perseguido pela delegada Daniele Garcia que solicitou sua prisão na semana que antecedia a eleição municipal e também pelo promotor de justiça Dr. Henrique Cardoso que apura denúncias de recursos da Câmara Municipal de Aracaju (CMA). Segundo ele ficou mais preocupado com a saída da delegada das investigações contra sua pessoa. “Ela colocou em documentos que eu resido na delegacia, o que não é verdade”, disse.

Acidentes
O desembargador do trabalho Dr. Túlio Araújo durante sessão especial na Assembléia Legislativa (AL) informou que os números são preocupantes em acidentes do trabalho e que maior parte ocorre na construção civil. Segundo ele, muitas empresas não oferecem os equipamentos necessários aos operários para que possam se prevenir.

TV Câmara
O vereador Josenito Vitale – Nitinho (PSD) presidente da Câmara Municipal de Aracaju (CMA) considerou bastante produtiva a viagem que realizou até João Pessoa para verificar o funcionamento da TV aberta no Poder Legislativo daquela capital. Segundo ele, os investimentos também estão ocorrendo para a TV da CMA seja liberada e transmitir ao vivo às sessões e colocar uma boa grade em sua programação.

Saúde
O vereador Seu Marcos (PHS) solicitou ao Secretário de Saúde de Aracaju Dr. André Sotero, o retorno do atendimento das unidades de saúde das 17:00 às 20:horas horas para atender os pacientes que se ocupam durante todo o dia. O parlamentar informou que na gestão anterior deu certo e que já comunicou ao atual gestor. “Acredito que este pleito seja atendido porque é uma necessidade da população”, apelou.

Aprovado
Foi aprovado na Câmara Municipal de Aracaju (CMA) o projeto de autoria do vereador Jason Neto (PDT) que reserva vagas e garante gratuidade em estacionamentos públicos para veículos oficiais das empresas de comunicação. Pela proposta da SMTT deverá o condutor do veiculo emitir um cartão de gratuidade. “O objetivo é facilitar o trabalho quem faz cobertura no centro da capital”,disse.

Indecisão
O ex-deputado federal e presidente da ENSURB Mendonça Prado informou que não decidiu se será candidato ao um cargo eletivo no próximo pleito eleitoral. Segundo ele no momento está preocupado é com sua gestão no órgão que dirige na PMA e vai aguardar os acontecimentos. “Vou continuar no grupo liderado pelo governador Jackson Barreto de Lima (PMDB) e estamos tentando ajudar ao prefeito Edvaldo Nogueira (PC do B).

CEASA
O deputado estadual e presidente da Assembléia Legislativa (AL) Luciano Bispo de Lima (PMDB) considera um sonho dos itabainenses e agresteiros que estar começando tornar realidade com o processo licitatório para construção da CEASA no município Serrano. O processo já foi homologado e publicado no Diário Oficial do Estado e a Construtora Celli fará a obra.

Sucessão
O prefeito Valmir de Francisquinho do município de Itabaiana disse que a oposição fará o governo de Sergipe na próxima eleição via senador Eduardo Amorim (PSC), o senador Antonio Carlos Valadares ou o deputado federal André Moura (PSC). “Lamento a falta de atenção com o município de Itabaiana e acho que deveremos ter um representante na Câmara Federal”, falou.



Eron Ribeiro

03/04/17 | 14:49h

A deputada estadual Silvia Fontes (PDT) que preside à Comissão de Saúde na Assembléia Legislativa (AL), informou que o secretário de saúde do Estado Almeida Lima irá prestar contas aos parlamentares no próximo dia 12 de abril. Segundo ela, teve um problema de saúde na data anterior marcada e houve o adiamento.

Xingó

Sessão especial na Assembléia Legislativa (AL) discutiu à situação do Canal do Xingó que atinge municípios do alto sertão sergipano em um requerimento do deputado Garibalde Mendonça (PMDB). O engenheiro Fernando Andrade presidente da AESE explicou que este projeto sendo colocado em prática, será importante para pessoas que habitam nesses municípios, mas têm muitos anos que está sendo somente discutido.

Chateado

O vereador Elber Batalha (PSB) líder da oposição na Câmara Municipal de Aracaju (CMA) ficou muito chateado com a rejeição da CPI através de sua propositura para apurar contratos da ENSURB para coleta do lixo na capital. O parlamentar assegura que vai entrar com um recurso na justiça alegando que com as nove assinaturas era suficiente para garantir a instalação. “ O regimento da Casa garante”,diz.

Aprovação

O vereador professor Antônio Bittencourt (PC do B) que é o líder da bancada de situação na Câmara Municipal de Aracaju (CMA) disse que não havia necessidade para instalação da CPI do Lixo porque as investigações já estão sendo feitas pela Policia judiciária e Ministério Público Estadual. Segundo o comunista, a oposição está querendo é fazer palanque para eleição de 2018.

Regimento

O vereador Josenito Vitale (PSD) que é presidente da Câmara Municipal de Aracaju (CMA) afirmou que às nove assinaturas mesmo somando mais de um terço da Casa não garante a instalação da CPI. Segundo ele, é necessário que o plenário aprove. “Estou tranqüilo porque cumpri o regimento e é um direito do vereador Elber Batalha entrar na Justiça”,falou.

Disputa

O ex-deputado federal Rogério Carvalho presidente estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), afirma que seu partido terá que participar da capa majoritária na eleição estadual de 2018. Ele disse está tranqüilo para colocar o seu nome para participar desta composição e espera o aval de todo grupo que compõe à situação em Sergipe.

Atenção

A vereadora Emilia Correia (PEN) cobra mais atenção dos lideres da oposição em Sergipe para que o grupo tenha um rumo nos debates. Segundo a parlamentar, em nenhum momento houve uma conversa para definir um planejamento. “Com isso a coisa fica muito solta e fortalece quem está na situação”,colocou.

Terceirização

O vereador Seu Marcos (PHS) criticou a aprovação do projeto terceirização que aconteceu no Congresso Nacional em Brasília. Segundo o parlamentar, foi um retrocesso para o povo brasileiro que perdeu muitas vantagens, entre elas a estabilidade no emprego tanto no setor público como no privado.

Medidas

Durante Seminário de Segurança realizado no ministério Público Estadual, dez medidas foram colocadas pela Escola Superior do órgão fiscalizador para que os números de violência sejam reduzidos em Sergipe. Participaram do evento, toda cúpula da Secretaria da Segurança Pública, Comando da Policia Militar e outros órgão envolvidos na segurança.

Da redação

Pr. Luiz Antonio

14/03/17 | 14:49h

Essa é uma das palavras que mais ouvimos nos dias de hoje. Avaliação de desempenho, avaliação de resultados, avaliação formativa, avaliação física, avaliação psicológica. Entretanto, o interessante é perceber que mais uma vez (como sempre) a Bíblia Sagrada saiu na frente, pois, em diversos momentos, encontramos ali a orientação de que devemos observar o modo como estamos vivendo. Geralmente encontramos palavras como: observe, veja como está vivendo, considere suas atitudes, e por aí vai. Veja esse versículo, por exemplo:

 

Agora, assim diz o Senhor dos Exércitos: "Vejam aonde os seus caminhos os levaram. Vocês têm plantado muito, e colhido pouco. Vocês comem, mas não se fartam. Bebem, mas não se satisfazem. Vestem-se, mas não se aquecem. Aquele que recebe salário, recebe-o para colocá-lo numa bolsa furada". Assim diz o Senhor dos Exércitos: "Vejam aonde os seus caminhos os levaram!”Ageu 1:5-7.

 

Neste texto, o profeta Ageu está chamando o povo a uma reflexão. Acredito que isso é o que tem faltado a muitas pessoas. Vejo muitos reclamando da vida como se não fossem responsáveis por nada do que lhes acontece, outros preferem atribuir o que deu certo à sorte, e há quem atribua o que deu errado ao azar.

 

E você? Como suas atitudes e suas decisões entram nisso tudo? Acredito que é muito importante parar para pensar o porquê das coisas estarem dando erradas. Por exemplo: há pessoas que repetem as decisões e escolhas erradas, e ficam esperando que as coisas mudem. Precisamos aprender com a vida, com os acertos e com os erros, mas somente aprenderemos de verdade se tivermos a coragem de nos avaliarmos. Como diz a Bíblia, observe aonde você chegou e depois volte pelo caminho para saber o que fez de errado para chegar nessa situação. Só assim você poderá consertá-la.

 

No caso do versículo citado acima, o Senhor Deus estava questionando o seu povo por estar preocupado apenas em cuidar de suas próprias casas e não tinham mais nenhuma preocupação em continuar com a construção do templo e, como consequência disso, suas vidas não iam para frente. Por isso, Deus convidava as pessoas a pensar no resultado de suas escolhas. Sim, é isso mesmo. O que você está vivendo hoje é resultado de suas escolhas. Quer ter uma vida melhor? Avalie suas escolhas e as faça diferentes da próxima vez. Para lhe ajudar nessa reflexão, cito aqui alguns motivos pelos quais as coisas podem não estarem dando certo na sua vida.

 

Primeiro, a falta de atitudes ou atitudes erradas. Se você embarcou nessa de “deixa a vida me levar, vida leva eu”, então está lhe faltando atitude, e a vida é preciosa demais para a deixarmos solta ao vento. Se você tem tomado repetidamente atitudes erradas, os resultados desastrosos vão continuar aparecendo.

 

Segundo, a indiferença à voz de Deus na sua vida, pois estará simplesmente desprezando a orientação daquele que criou os céus, a terra, você mesmo, e tudo que existe. E olha que Ele fala com você talvez mais do que perceba.

 

Terceiro, as interferências de um mundo espiritual negativo. Saiba que existem pessoas que se dispõem a viver para fazer o mal aos outros. Talvez você pergunte: “E isso pega?” Pois lhe respondo assim: toda casa desocupada pode ser invadida a qualquer momento. Portanto, se apegue com Deus e tenha sua vida debaixo da proteção e orientação d’Ele.

 

Um forte abraço e até a próxima, se Deus disser que sim.

 

 *Luiz Antonio da Silva, ministro do Evangelho, é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular no bairro Jardins, em Aracaju, e Supervisor da igreja no Estado de Sergipe. Possui formação acadêmica em Teologia e graduação em Psicanálise Clínica, com pós-graduação em Teoria Psicanalítica. Também é graduado em Administração, com ênfase em Recursos Humanos e pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas. Apresentador do Programa Pense e Repense, de segunda à sexta, na TV Aperipê às 8h e na Rádio Aperipê FM e AM às 12h30, e do Programa No Caminho no www.youtube.com/c/pastorluizantoniodasilva. Colunista no Jornal Correio de Sergipe e no Portal NaPolítica. Contato: luantosilva@msn.com

 

Waldson Costa

10/03/17 | 11:36h


O surgimento dos aglomerados habitacionais contribuiu para um crescimento econômico e social. As cidades entre os anos de 1800 e 1850 iniciam um processo de urbanização e se alavanca exponencialmente no mundo. Atualmente, mais da metade da população mundial está nas cidades e os impactos desse significativo percentual tem contribuído para grandes desafios socioambientais, tecnológicos e de inteligência sobre como devemos viver e (com)viver e o quanto dependemos do meio rural para que essa máquina urbana possa funcionar.

Mesmo com a diversidade dos problemas que qualquer morador da cidade enfrenta todos os dias é escasso o número de pessoas que buscam ou demonstram interesse para entender ou compreender o por que não conseguimos avanços significativos na forma de se relacionar com a cidade e como podemos contribuir para melhoria de temas coletivos como segurança pública, mobilidade, moradia, especulação imobiliária e tantos outros.

O acesso a livros, documentários, histórias ou qualquer outro tipo de produção se restringe aos profissionais de algumas áreas ou ao ambiente acadêmico que tem a cidade como sua área de atuação. Essa falta de interesse de outros cidadãos e a discussão somente em pequenos grupos ou em representações setorizadas repercute na formação de um discurso conhecido como o “de mim, para mim mesmo”. São inúmeros os momentos em que encontramos as mesmas pessoas e as mesmas falas em locais confinados no qual saímos com o nosso ego inflado e tendo a certeza que estamos evoluindo.

Esse viver dentro de um grupo para o próprio grupo deixa a técnica apurada, a tecnologia aceita, mas as soluções nem sempre resolutivas. A cidade é um mar de contradições, a sua uniformização com o uso da técnica e por meio da tecnologia não consegue alcançar a integralidade da parte mais viva da cidade, às pessoas. Somos movidos a emoções, a ideologias, a sentimentos, a cultura e isso faz com que continuamente possamos mudar de opinião, construir e descontruir ideias e fazer a cidade crescer de forma mais justa ou não.

Como forma de tornar a discussão mais democrática, o acesso a informações sobre a natureza das questões urbanas, do seu surgimento, as suas causas, os desafios e suas infinitas possibilidades acabam se tornando superficiais e corriqueiras. O resultado disso é a disseminação do famoso jargão “o problema das cidades é a falta de planejamento”. Este é apenas um dos problemas, e esse discurso é apresentado diariamente nos telejornais, nas rádios matinais e nas falas dos políticos. Esquecemos que o maior dos problemas somos nós, cidadãos.

Para apresentar resultados rápidos a esse desafio, os gestores públicos buscam a tecnologia e a inteligência dos sistemas de organização populacional e de tráfego para respaldar as suas falas esperançosas e cheias de eufemismo e empolgação. Mas na prática a adoção exclusiva da tecnologia e da inteligência destes sistemas ocasiona na representação de um cidadão visto como números, estatísticas, mortes e vidas, saídas e chegadas. Ele deixa de ser encarado com um ser social, com necessidades e obrigações.

Os sistemas inteligentes e a tecnologia pode ser usada como um instrumento dentre vários outros para a resolução dos problemas urbanos. Se não inserirmos os critérios sociais, ambientais, culturais, econômicos e a suas constantes transformações, teremos uma série de repetições de ideias inovadoras com prazo de validade máximo de 4 ou 8 anos. A inteligência e a tecnologia inovadora, passa a ser burrice e perpetuação dos problemas urbanos cada vez mais evidente.

O cidadão deve encarar o desafio e ir além dos discursos e do senso comum exaustivo dos meios de comunicação, ele deve buscar entender de forma ampla e democrática a raiz dos seus problemas e participar ativamente da vida da cidade, deixando de ser apenas um transeunte e virando um cidadão pleno.

Acredito que esse seja um bom caminho para não se deixar tutelar e se infantilizar tão facilmente por políticos profissionais e técnicos a serviço do aparelho do Estado. Sei que não é fácil e simples, mas se assim fosse, não estaria escrevendo esse texto. E aí? Vamos lançar juntas as nossas mãos, mentes, técnicas e inteligência nas ruas??

*José Waldson Costa de Andrade, geógrafo e Mestrando em Desenvolvimento e Meio Ambiente. Associado da ONG Ciclo Urbano e Diretor de Meio Ambiente da Sociedade Semear. E escreve sobre a vida urbana para o portal Na Política.

 

Murilo Cavalcanti

03/03/17 | 00:06h

Em tempos de alta inflação e juros (taxa Selic) na casa de dois dígitos (acima de 10%), o governo está dando uma excelente chance de investimento para quem tem dinheiro retido no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). No entanto, só vale para quem tem conta inativa até dezembro de 2015.

Com um rendimento de 3% mais a TR (taxa referencial que, em 2016, ficou em 1,79%), esse dinheiro foi muito mal remunerado, tendo em vista outras aplicações oferecidas por corretoras ou até mesmo por grandes bancos.

Vamos às explicações: enquanto a inflação, no ano passado, chegou a mais de 10%, o seu dinheiro estava rendendo menos de 5%, isso significa perda de poder de compra (falaremos sobre isso em outro artigo).

Para se ter uma ideia do que estou falando, quem, no ano 2000, tinha R$ 1 mil, na conta do FGTS, supondo que esse dinheiro tenha permanecido por lá até os dias de hoje, estaria com algo em torno do dobro desse valor agora. 

Porém, se esse mesmo dinheiro tivesse sido aplicado em alguma aplicação atrelada ao CDI (taxa utilizada como parâmetro nas aplicações da renda fixa), como fundos de investimentos ou CDB's (modalidades de investimentos encontrados em bancos e corretoras independentes), por exemplo, esses R$ 1.000, valeriam hoje mais de R$ 8.000,00.

Uma alternativa para o uso desse dinheiro é quitar as dívidas do cartão de crédito (caso esteja pagando juros) ou cobrir o cheque especial, que cobram taxas de juros muito elevadas, provocando uma regressão financeira. 

Assim, fique atento às oportunidades. Se não tiver conhecimento sobre o assunto, procure a ajuda de profissionais especializados e faça uso desse dinheiro de forma consciente. Mas, acima de tudo, seja feliz e, de preferência, sem dívidas, rsrs. 

 

 

Murillo Andrade
Email: engenheiromurillo@gmail.com


Formado em Engenharia Elétrica pela Faculdade Pio Décimo em 2008, é pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho. Trabalha no Senai como consultor na área de energia e integra o corpo docente na Faculdade Pio Décimo, no curso de Engenharia Elétrica. Apaixonado por mercado financeiro, estuda assuntos atrelados ao tema desde 2007. Aqui, no Portal, irá compartilhar informações e dicas sobre finanças.

Waldson Costa

01/03/17 | 10:24h

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O carnaval, as pessoas e as ruas. (Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

A preparação começa bem antes do mês de fevereiro, quando se aproxima, as metas e as responsabilidades sempre ganham uma nova desculpa, “deixa para depois do carnaval”. Alguns viajam para as grandes festas carnavalescas do país e mandam uma enxurrada de fotos e vídeos pelas redes sociais. Outros aproveitam para sair da cidade e ir em busca do sossego da praia ou do campo. A cidade fica vazia e nas ruas não ecoam tão forte o barulho dos motores e das buzinas. A cidade aproveita para tirar sua folga.

 

A rua é espaço do acontecimento, do real, das contradições e também do imaginário humano, nela se concretiza os desejos e os pesadelos de muitos e o principal agente desse espaço são as pessoas. São elas que influem no ambiente e transformam o espaço dando vida aos acontecimentos e transformando a paisagem urbana. É essa transformação da paisagem que o carnaval, as pessoas e as ruas faz repercutir em muitos a vontade de festejar e os problemas pessoais e financeiros abrem alas para as fantasias e diversão.

 

A rua que antes era apenas o local de passagem, no carnaval, é o lugar da troca de olhares, do calor humano do primeiro beijo e do mais novo amor. As esquinas viram banheiros, as calçadas viram lanchonetes e as pessoas vivem felizes e em harmonia. Porque no carnaval tudo é paz e diversão!

 

Em Aracaju, com o término da prévia carnavalesca que ocupava a avenida de grande fluxo na região nobre da cidade com os seus trios elétricos e uma multidão que seguia as grandes atrações nacionais, surgiram os blocos ou carinhosamente chamados de “bloquinhos” de rua. Organizados por bares e restaurantes eles vão para os bairros e se espalham de forma democrática e livre. Uma nova roupagem aparece e as ruas com características domiciliares recebe o “mar” de gente com o único desejo de festejar. É lindo ver aquele monte de gente cantando a mesma música e na mesma sintonia.

 

Um fato é que o carnaval mostra como a rua pode ser de todos, para todos e que a liberdade de um não confronta com a do outro. Uma pena que seja apenas por poucos dias e na quarta-feira de cinzas o barulho dos motores e as buzinas apressadas voltam ferozmente para a cidade e a normalidade caótica se apresenta como um sopro de desespero para aqueles que desejam que a rua seja apenas o espaço das pessoas e dos bons encontros.

 

Ahhhh se todo dia fosse carnaval!!!

 

*José Waldson Costa de Andrade, geógrafo e Mestrando em Desenvolvimento e Meio Ambiente. Associado da ONG Ciclo Urbano e Diretor de Meio Ambiente da Sociedade Semear. E escreve sobre a vida urbana para o portal Na Política.

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26-07-2017
 

 

 

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