Na Política

Biblia Online

17/02/20 | 06:40h

Todos nós passamos por dores e há dores pelas quais não temos como deixar de passar. A mulher grávida, por exemplo, não tem como evitar a dor de parto e, mesmo que conte com todo o aparato da medicina moderna, que lhe proporciona medicamentos para evitar o sofrimento, ainda assim, alguma dor irá sentir como a dor das contrações e a dor do pós-operatório. Também em relação a outros tipos de cirurgias e a depender do seu tipo, a dor pode ser mais ou menos intensa, mas sempre existirá.


Da mesma forma acontece em outras áreas da vida: passamos por situações em que as dores são inevitáveis. Lembro-me de um colega que precisava fazer um tratamento dentário, mas que tinha muito medo disso (como eu também tenho). Ele pertencia àquela geração que só ia ao dentista quando a situação era crítica, embora vivesse reclamando de dor. Num certo dia ele criou coragem (confesso que eu o incentivei bastante) e foi ao dentista. Fez o tratamento necessário, embora um pouco dolorido, mas venceu aquela situação. Mais tarde, quando falava do assunto, dizia que, se soubesse que seria tão bom experimentar o alívio que estava sentindo, não teria demorado tanto para fazer aquele tratamento. Mas por que demorou tanto? Porque estava querendo evitar a dor.


Você sabe que existem pessoas que se casam e depois pensam em separação por conta das lutas e, às vezes, até mesmo por causa de dores no casamento, pois não sabem que essas dores são inevitáveis? O apóstolo Paulo, em certa ocasião, foi bastante mal interpretado por defender (em alguns casos) a solteirice para aqueles que se dedicam ao serviço do reino de Deus. Ele justificou que havia falado aquilo com a intenção de que tais pessoas evitassem o sofrimento, ou seja, no seu entendimento, o casamento, por melhor que seja, traria para eles, inevitavelmente, alguns sofrimentos.


Muitas vezes já vi pessoas enfrentando problemas e que a única maneira de se livrar deles era exatamente tomando certas atitudes que os levariam a passar por algum tipo de dor. Porém, essas pessoas, querendo evitar a dor, acabam levando o problema adiante até transformá-lo em seu objeto de estimação. Sofrem um pouco a cada dia e para sempre, quando poderiam passar por uma dor maior, mas que seria de uma vez só e depois estariam liberadas para viver de forma aliviada. É claro que, quando falo sobre isso, me refiro a decisões certas, coerentes, orientadas por Deus na nossa vida, mesmo dolorosas, mas, ainda assim, necessárias.


Convido você a pensar e repensar: será que não está vivendo um momento em que precisa tomar uma decisão, porém sabe que será dolorosa e, por isso mesmo, não a toma, embora esteja esperando mudança? Desculpe-me se lhe frustro, mas a mudança não virá enquanto você não tiver a coragem de fazer o que tem de fazer, mesmo que venha a doer. Talvez esta seja a grande diferença das pessoas mais maduras nessa vida, pessoas que, a despeito da dor que vão enfrentar, tomam a decisão correta, entendendo que decisões são como plantio que fazemos, e que, com certeza, trará frutos.


É isso. Um forte abraço e até a próxima, se Deus disser que sim.


Ah, se de alguma forma essas palavras foram interessantes pra você, nos dê um feedback endereçado a luantosilva@msn.com.

 

*Luiz Antonio da Silva, ministro do Evangelho, é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular no bairro Jardins, em Aracaju, e Supervisor da igreja no Estado de Sergipe. Possui formação acadêmica em Teologia e graduação em Psicanálise Clínica, com pós-graduação em Teoria Psicanalítica. Também é graduado em Administração, com ênfase em Recursos Humanos e pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas. Apresentador do Programa Pense e Repense, de segunda à sexta, na TV Aperipê às 8h45 e na Rádio Aperipê FM e AM às 12h30, e do Programa No Caminho no www.youtube.com/c/pastorluizantoniodasilva. Colunista no Jornal Correio de Sergipe e no Portal NaPolítica. Contato: luantosilva@msn.com

 

14/02/20 | 06:36h

Cada um de nós está numa fase diferente da vida. Uns estão vivendo momentos de crescimento; outros estão vivendo um momento mais estabilizado; outros, talvez, estejam vivendo momentos de mudanças, e assim caminha a humanidade... Mas uma coisa é certa: seja qual for o momento em que esteja vivendo, você deverá enfrentar pressões. Essas pressões acontecem, geralmente, para lhe intimidar quanto às mudanças.

Quando você toma, por exemplo, a decisão de mudar seus hábitos financeiros, os quais podem estar lhe levando a uma montanha de dívidas e, consequentemente, a muitas preocupações, eis que, de repente, você é tentado por frases do consumismo, tais como: “Ah! Você merece. Você trabalha tanto, e uma dívida a mais ou menos não vai fazer diferença”. Pronto! Lá vai você fazer dívidas novamente, porque não aguentou as pressões. Da mesma forma, quando você toma a decisão de deixar um relacionamento que só tem lhe trazido infelicidade (e está certo disso), então, de repente, chega um buquê de flores daquela pessoa e você já muda de ideia. Sabe por que temos essa dificuldade toda? Porque levar decisões adiante traz sofrimento, e isso é uma coisa que ninguém gosta e quer evitar a todo custo. Saiba, porém, de uma coisa: querendo ou não, você vai sofrer, seja de um jeito ou de outro. Cabe a você escolher se quer sofrer pela continuidade do problema (e então não haverá expectativa de acabar), ou se quer sofrer pela decisão acertada, sabendo que esse sofrimento logo vai passar por ter feito a escolha certa.

O apóstolo Paulo, quando escreve aos Filipenses, no capitulo 3, dos versos 10 em diante, fala sobre estar disposto a enfrentar os sofrimentos tal como Cristo, pois, como queria passar pela vitória da ressurreição com Cristo, então deveria enfrentar também os sofrimentos. Ou seja, ele demonstra uma consciência clara de que existem sofrimentos nas tomadas de decisão, mas são sofrimentos que tem prazo de duração, ao contrário dos sofrimentos causados por estarmos estacionados diante de uma situação, sofrimentos estes que serão permanentes.

Paulo também diz nessa mesma carta, porém, no capítulo 4, no verso 13: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece”. Muitos interpretam esse versículo como uma afirmação de que se pode ter tudo, mas, na verdade, ele está querendo dizer que em Cristo podemos tudo, inclusive podemos não ter nada, e, ainda assim, suportar as pressões.

Talvez você esteja dizendo: “Eu quero muito acertar, mas não consigo”. Bem, quero lhe dizer uma coisa: apenas QUERER não resolve; para termos vitória, precisamos de atitudes e não de desejos. Persevere nas mudanças que já começaram na sua vida, não desista, não fraqueje, pois o Senhor é a sua força.

Um forte abraço e até a próxima, se Deus disser que sim.

 

 *Luiz Antonio da Silva, ministro do Evangelho, é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular no bairro Jardins, em Aracaju, e Supervisor da igreja no Estado de Sergipe. Possui formação acadêmica em Teologia e graduação em Psicanálise Clínica, com pós-graduação em Teoria Psicanalítica. Também é graduado em Administração, com ênfase em Recursos Humanos e pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas. Apresentador do Programa Pense e Repense, de segunda à sexta, na TV Aperipê às 8h45 e na Rádio Aperipê FM e AM às 12h30, e do Programa No Caminho no www.youtube.com/c/pastorluizantoniodasilva. Colunista no Jornal Correio de Sergipe e no Portal NaPolítica. Contato: luantosilva@msn.com

26/10/19 | 14:08h

Lembro-me que, quando eu era adolescente, ficava olhando alguns meninos da minha idade passeando de Mobyletti ou de Garelli (quem é desse tempo sabe do que estou falando), ou seja, motonetas que eram moda na época e com as quais eu ficava sonhando. Hoje eu tenho carro próprio, mas, às vezes, me pego olhando para outros veículos e continuo sonhando (agora com os carros). Lembro-me que uma vez eu estava com uma equipe de músicos saindo de uma igreja – onde havia realizado um culto muito abençoado – e estávamos indo para outra igreja. Parei num semáforo ao lado de um carro muito bonito e comentei: “Nossa! Que carro bonito!” Então, um dos músicos disse assim: “Bonito é esse em que nós estamos”. Na verdade, aquilo foi como uma tapa com luva de pelica, ou seja, eu já estava num carro muito bom e estava admirando o outro.

 

Parece que nós estamos sempre insatisfeitos. Deixamos de olhar, reconhecer e, até mesmo, agradecer pelo que temos, e sempre olhamos para outra coisa que não temos. Na verdade, acho que devemos sempre sonhar com coisas melhores, mas isso não nos dá o direito de sermos insatisfeitos com o que temos. Deveria ser mais ou menos assim: “Meu Deus, muito obrigado por tudo o que tens feito e por tudo o que tens me dado. Agradeço pelos teus cuidados na minha vida e pelo favor que tens tido para comigo, mesmo sem eu merecer. E, como sei que o Senhor é um Deus de bondade infinita, ousadamente quero lhe dizer que ainda quero mais. Amém!”.

 

Acho que aí fica de bom tamanho, porque estaremos agradecendo, sinceramente, pelo que temos e, ao mesmo tempo, reconhecendo que Deus pode nos dar muito mais. Porém, se ficarmos insatisfeitos com o que temos, iremos murmurar e reclamar de tudo, o que, com certeza, trará tristeza ao coração do nosso Deus que tudo faz por nós. Aconselho você a que comece a fazer uma lista de tudo que tem, e de tudo de bom que acontece em sua vida. Possivelmente ficará abismado com a bondade de Deus para com você. O apóstolo Paulo disse que havia aprendido a viver em todas as situações, tanto na escassez como na fartura. Que seja assim conosco também e que saibamos viver em todas as situações.

 

Já ouvimos tanto sobre crise nesses últimos dias, mas pare para pensar se tem lhe faltado o suficiente. Deus não tem cuidado de você? Quando você menos espera, uma porta não tem sido aberta? Quantas vezes você já esteve diante de situações que pareciam não ter saída? Mas Deus cuidou de você, e o socorro veio de onde você menos esperava. Não sei como está sua vida nesse momento, e nem o quanto essa tal crise já afetou suas finanças, seu ânimo, sua família. Mas, com certeza, as palavras de Davi sempre poderão ser repetidas por todos aqueles que crêem: “Já fui moço, hoje sou velho, mas, nunca vi um justo mendigar o pão”.

 

Pare de falar em crise e lembre-se: uma das mais terríveis crises que o povo hebreu enfrentou, foi a de peregrinar por quarenta anos no deserto rumo à terra prometida. Porém não encontramos em outro lugar da Bíblia Sagrada tantos milagres de prosperidade e livramento. Não fale em crise, fale em fé; não fale do tamanho dos problemas, fale do tamanho do seu Deus. Não fique insatisfeito com o que tem, mas agradeça por tudo, mesmo pelas coisas mais simples. E outras que você nem imagina, Deus vai te dar.

 

Um forte abraço e até a próxima oportunidade se Deus disser que sim.

 

 *Luiz Antonio da Silva, ministro do Evangelho, é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular no bairro Jardins, em Aracaju, e Supervisor da igreja no Estado de Sergipe. Possui formação acadêmica em Teologia e graduação em Psicanálise Clínica, com pós-graduação em Teoria Psicanalítica. Também é graduado em Administração, com ênfase em Recursos Humanos e pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas. Apresentador do Programa Pense e Repense, de segunda à sexta, na TV Aperipê às 8h45 e na Rádio Aperipê FM e AM às 12h30, e do Programa No Caminho no www.youtube.com/c/pastorluizantoniodasilva. Colunista no Jornal Correio de Sergipe e no Portal NaPolítica. Contato: luantosilva@msn.com

 

14/03/17 | 14:49h

Essa é uma das palavras que mais ouvimos nos dias de hoje. Avaliação de desempenho, avaliação de resultados, avaliação formativa, avaliação física, avaliação psicológica. Entretanto, o interessante é perceber que mais uma vez (como sempre) a Bíblia Sagrada saiu na frente, pois, em diversos momentos, encontramos ali a orientação de que devemos observar o modo como estamos vivendo. Geralmente encontramos palavras como: observe, veja como está vivendo, considere suas atitudes, e por aí vai. Veja esse versículo, por exemplo:

 

Agora, assim diz o Senhor dos Exércitos: "Vejam aonde os seus caminhos os levaram. Vocês têm plantado muito, e colhido pouco. Vocês comem, mas não se fartam. Bebem, mas não se satisfazem. Vestem-se, mas não se aquecem. Aquele que recebe salário, recebe-o para colocá-lo numa bolsa furada". Assim diz o Senhor dos Exércitos: "Vejam aonde os seus caminhos os levaram!”Ageu 1:5-7.

 

Neste texto, o profeta Ageu está chamando o povo a uma reflexão. Acredito que isso é o que tem faltado a muitas pessoas. Vejo muitos reclamando da vida como se não fossem responsáveis por nada do que lhes acontece, outros preferem atribuir o que deu certo à sorte, e há quem atribua o que deu errado ao azar.

 

E você? Como suas atitudes e suas decisões entram nisso tudo? Acredito que é muito importante parar para pensar o porquê das coisas estarem dando erradas. Por exemplo: há pessoas que repetem as decisões e escolhas erradas, e ficam esperando que as coisas mudem. Precisamos aprender com a vida, com os acertos e com os erros, mas somente aprenderemos de verdade se tivermos a coragem de nos avaliarmos. Como diz a Bíblia, observe aonde você chegou e depois volte pelo caminho para saber o que fez de errado para chegar nessa situação. Só assim você poderá consertá-la.

 

No caso do versículo citado acima, o Senhor Deus estava questionando o seu povo por estar preocupado apenas em cuidar de suas próprias casas e não tinham mais nenhuma preocupação em continuar com a construção do templo e, como consequência disso, suas vidas não iam para frente. Por isso, Deus convidava as pessoas a pensar no resultado de suas escolhas. Sim, é isso mesmo. O que você está vivendo hoje é resultado de suas escolhas. Quer ter uma vida melhor? Avalie suas escolhas e as faça diferentes da próxima vez. Para lhe ajudar nessa reflexão, cito aqui alguns motivos pelos quais as coisas podem não estarem dando certo na sua vida.

 

Primeiro, a falta de atitudes ou atitudes erradas. Se você embarcou nessa de “deixa a vida me levar, vida leva eu”, então está lhe faltando atitude, e a vida é preciosa demais para a deixarmos solta ao vento. Se você tem tomado repetidamente atitudes erradas, os resultados desastrosos vão continuar aparecendo.

 

Segundo, a indiferença à voz de Deus na sua vida, pois estará simplesmente desprezando a orientação daquele que criou os céus, a terra, você mesmo, e tudo que existe. E olha que Ele fala com você talvez mais do que perceba.

 

Terceiro, as interferências de um mundo espiritual negativo. Saiba que existem pessoas que se dispõem a viver para fazer o mal aos outros. Talvez você pergunte: “E isso pega?” Pois lhe respondo assim: toda casa desocupada pode ser invadida a qualquer momento. Portanto, se apegue com Deus e tenha sua vida debaixo da proteção e orientação d’Ele.

 

Um forte abraço e até a próxima, se Deus disser que sim.

 

 *Luiz Antonio da Silva, ministro do Evangelho, é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular no bairro Jardins, em Aracaju, e Supervisor da igreja no Estado de Sergipe. Possui formação acadêmica em Teologia e graduação em Psicanálise Clínica, com pós-graduação em Teoria Psicanalítica. Também é graduado em Administração, com ênfase em Recursos Humanos e pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas. Apresentador do Programa Pense e Repense, de segunda à sexta, na TV Aperipê às 8h e na Rádio Aperipê FM e AM às 12h30, e do Programa No Caminho no www.youtube.com/c/pastorluizantoniodasilva. Colunista no Jornal Correio de Sergipe e no Portal NaPolítica. Contato: luantosilva@msn.com

 

24/02/17 | 11:35h

Se imaginarmos a vida como se fosse uma viagem, então deixamos uma rodovia chamada 2016 para trás e pegamos uma nova rodovia chamada 2017. Talvez a rodovia que deixamos tenha sido cheia de buracos, de curvas perigosas, sem acostamento de segurança, ou seja, o que eu quero dizer é que talvez o ano 2016 não tenha sido nem um pouco fácil pra você; pode ter sido um ano de perdas terríveis (quem sabe, algumas irreparáveis), de grandes decepções, de frustrações, enfim, um ano que, se você pudesse, esqueceria que existiu.

Mas a verdade é que seja com dificuldades ou não, você terminou o caminho dessa rodovia e entrou em outra, a 2017. Não dá para saber como será essa nova rodovia! Se estará cheia de buracos, se terá curvas perigosas, se haverá muitas subidas íngremes, se estará congestionada; quer dizer, não sabemos se será um ano fácil ou não, nem sabemos os tipos de problemas que enfrentaremos. Não sabemos, na verdade, nem mesmo se chegaremos ao final dessa estrada. Mas, sabe de uma coisa? No fundo, o mais importante não é saber se a estrada trará desafios e perigos ou não. O mais importante é a certeza de que Aquele que nos ajudou a terminar a estrada que deixamos para trás continuará conosco para nos dar vitórias nessa nova estrada que começamos a trilhar. O mais importante é a convicção de que DEUS ESTÁ CONOSCO. Podemos estar sempre empolgados com as promessas contidas na Bíblia, mas talvez muitos de nós não tenham se apercebido de que uma das maiores e mais tremendas promessas é essa: “Eis que estarei convosco todos os dias até a consumação dos séculos”. Para mim, essa é a maior das promessas: a garantia da presença de Jesus em nossas vidas.

Outra coisa para se pensar é o que diz as palavras do apóstolo Paulo, quando escreveu aos Filipenses: Irmãos, não penso que eu mesmo já o tenha alcançado, mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus. (Filipenses 3:13-14). Nessas palavras, duas coisas básicas nos são ensinadas: primeiro, não devemos levar pesos excessivos para o novo momento que vivemos, “... esquecendo-me das coisas que ficaram para trás...'"; e segundo, ele nos ensina a não voltar atrás, mas sim, que devemos continuar, “... avançando para as que estão adiante...'".

Que seja assim na sua vida nesse novo ano. Tenha a certeza de que Jesus está contigo nessa estrada. Portanto, não leve sobrepeso, deixe o passado lá no passado, e não regrida, não retorne, mas avance, vá em frente, em nome de Jesus.

Um forte abraço a todos, um feliz 2017 e até a próxima oportunidade se Deus disser que sim.



 *Luiz Antonio da Silva, ministro do Evangelho, é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular no bairro Jardins, em Aracaju, e Supervisor da igreja no Estado de Sergipe. Possui formação acadêmica em Teologia e graduação em Psicanálise Clínica, com pós-graduação em Teoria Psicanalítica. Também é graduado em Administração, com ênfase em Recursos Humanos e pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas. Apresentador do Programa Pense e Repense, de segunda à sexta, na TV Aperipê às 8h e na Rádio Aperipê FM e AM às 12h30, e do Programa No Caminho no www.youtube.com/c/pastorluizantoniodasilva. Colunista no Jornal Correio de Sergipe e no Portal NaPolítica. Contato: luantosilva@msn.com

 

27/12/16 | 15:48h

“Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos.” (Hebreus 11:1)

 

Em meados do século XX, em Bangkok, na Tailândia, o governo planejava construir uma grande rodovia que deveria passar exatamente por um vilarejo. Havia, naquele lugar, um mosteiro budista e, em sua capela, uma estátua de Buda feita de barro, com aproximadamente quatro metros de altura e que estava avaliada em cinqüenta mil dólares. Os trabalhadores, com muito cuidado, estavam transportando aquela estátua para um lugar seguro e usavam para isso um guindaste, já que ela era bastante pesada. Mas o que eles temiam aconteceu: de repente, a estátua, diante dos olhos de todos, começou a se desfazer, soltou-se do guindaste e espatifou-se no chão. Então veio a grande descoberta! Por baixo da estátua de barro estava uma preciosíssima estátua de ouro puro, hoje avaliada em milhões de dólares.

 

Isso me faz pensar no fato de que muitas vezes estamos olhando e enxergando barro quando, na verdade, por trás desse barro tem ouro puro. O versículo bíblico que deu o tema a esse artigo diz que a fé é isso: conseguir enxergar aquilo que os olhos naturais não podem ver, ou seja, o grande desafio de fé é enxergar mais longe do que os olhos podem ver. Quantas vezes estamos olhando para certas coisas ou pessoas na vida e só conseguimos enxergar o óbvio, aquilo que qualquer um pode ver. Cônjuges que olham para o outro e só conseguem enxergar o que não é bom; pais que olham para os filhos e só enxergam suas limitações; profissionais que olham para o seu trabalho e só sabem reclamar.

 

Aliás, tem gente que parece catedrático nisso: reclama da cidade que mora, do vento forte, da falta de vento, do sol que está trazendo muito calor ou da chuva que não pára... Tem gente que só sabe reclamar! Acredito que isso aconteça porque essas pessoas só conseguem enxergar o que os olhos podem ver. Elas precisam enxergar pela fé. Veja que não estou induzindo à utopia ou à ilusão, mas dizendo que enxergar pela fé é trazer à existência aquilo que ainda não existe, e que sabemos que em Cristo vai acontecer.

 

O que você está enxergando em sua vida? Somente os problemas? Somente o que não vai bem? Procure ver além do barro e veja o ouro que se encontra na vida. Não olhe para si mesmo como se fosse uma pessoa qualquer, pois sua vida é tão preciosa que Jesus Cristo morreu por você. Sabe gente, na verdade, isso é o que pode fazer toda a diferença em sua vida.

 

Bem... Para encerrar, gostaria de lembrar-lhe que visão não pode ser passada para outra pessoa, mas qualquer um pode ser influenciado pela visão dos que estão a sua volta. Se você quiser ter uma visão que vá além do natural, precisa assumir um compromisso pessoal com Cristo, pois a Bíblia nos ensina que aqueles que assim fazem, passam a ter a mente d’Ele. Na verdade, quem enxerga é a mente, e não os olhos; os olhos apenas escaneiam as coisas e as enviam para o cérebro, e este é quem define o que se trata. Portanto, tendo a mente de Cristo, você pode enxergar a vida como Ele enxerga. É isso! Se você andar com Cristo, vai começar a ver as coisas de forma diferente, além do que os olhos podem ver.

 

Um abraço e até a próxima se Deus disser que sim.

 

 

 *Luiz Antonio da Silva, ministro do Evangelho, é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular no bairro Jardins, em Aracaju, e Supervisor da igreja no Estado de Sergipe. Possui formação acadêmica em Teologia e graduação em Psicanálise Clínica, com pós-graduação em Teoria Psicanalítica. Também é graduado em Administração, com ênfase em Recursos Humanos e pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas. Apresentador do Programa Pense e Repense, de segunda à sexta, na TV Aperipê às 8h e na Rádio Aperipê FM e AM às 12h30, e do Programa No Caminho no www.youtube.com/c/pastorluizantoniodasilva. Colunista no Jornal Correio de Sergipe e no Portal NaPolítica. Contato: luantosilva@msn.com

28/11/16 | 17:08h

Na vida, deveríamos nos preocupar um pouco mais com os ganhos definitivos. As pessoas, em sua maioria, estão correndo, correndo e, se você perguntar para onde elas estão indo, muitas não saberão dar uma resposta convincente. Por exemplo, em relação à vida profissional podemos encontrar aqueles que vão ao seu local de trabalho, cumprem suas tarefas (talvez reclamando) e não conseguem passar disso. Trabalham o dia inteiro, fazem as mesmas coisas, voltam para suas casas, e esperam o dia seguinte sem nenhuma novidade. No que diz respeito à vida familiar, há pessoas sem nenhuma perspectiva de alcançar os seus sonhos, tanto para si como para os seus filhos, e isso tudo devido a tanta luta e tantas frustrações.

 

Percebemos, então, que muitos estão procurando se “divertir”, usando essa diversão como válvula de escape e, quando chega uma segunda-feira ou um dia pós-feriado, encontramos essas pessoas comentando do quão feliz foi o seu passeio. Porém, se não forem os álbuns postados nas redes sociais, não haverá mais nenhuma lembrança do que aconteceu, pois esses ganhos são efêmeros, são alegrias que passam muito rapidamente e que em alguns momentos chegam a provocar um terrível vazio na alma. Quantas pessoas que, depois de participarem de baladas ou de festas suntuosas, acabam tendo apenas o travesseiro como a testemunha de suas angústias e de uma profunda tristeza carregada de traços depressivos? Até entendo que os passeios, as diversões, as conversas de fim de semana são interessantes, sim, mas quando tais coisas vêm como acessórios da vida e não quando são balizadoras das nossas alegrias ou até mesmo como se fossem projetos de uma vida.

 

Sabe, acho que chega uma hora na vida que precisamos parar e perguntar a nós mesmos: quais são os ganhos definitivos obtidos com o que temos feito? Ou que ganhos definitivos estão em nossa vida a partir das nossas escolhas? Chamo de ganhos definitivos aqueles que vão perdurar por toda uma vida, como as conquistas que obtemos junto com nossos entes queridos, por exemplo. Isso jamais se perderá. Pare e pense em certos momentos que você viveu junto aos seus familiares, momentos esses que são impagáveis e inapagáveis. Esses são ganhos definitivos. As decisões que você toma no mundo espiritual também são ganhos definitivos. Jesus nos lembra do seguinte, no evangelho de Mateus capítulo 6, versículos 19 a 21: “Não acumulem para vocês tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde os ladrões arrombam e furtam. Mas acumulem para vocês tesouros nos céus, onde a traça e a ferrugem não destroem, e onde os ladrões não arrombam nem furtam. Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração.” Essa é uma das principais maneiras de perceber se o que temos granjeado na vida são ganhos temporários ou definitivos, ou seja, observarmos se tais ganhos podem ser levados ou não pelo ladrão, se podem ser ou não corroídos pelas traças ou pela ferrugem. Se não podem, então, possivelmente, são ganhos definitivos.

 

Desejo que você possa fazer uma avaliação de sua vida a partir da idéia levantada nesse simples comentário e, por favor, se perceber a necessidade de mudança, conte com Jesus Cristo e vá em frente, pois a vida é curta e precisamos aproveitar o tempo.

 

Um forte abraço e até a próxima se Deus disser que sim.

 

 *Luiz Antonio da Silva, ministro do Evangelho, é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular no bairro Jardins, em Aracaju, e Supervisor da igreja no Estado de Sergipe. Possui formação acadêmica em Teologia e graduação em Psicanálise Clínica, com pós-graduação em Teoria Psicanalítica. Também é graduado em Administração, com ênfase em Recursos Humanos e pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas. Colunista no Jornal Correio de Sergipe e, agora, no Portal NaPolítica. Contato: luantosilva@msn.com

10/11/16 | 13:20h

Considero-me um bom observador e, durante todo o tempo em que venho lidando com pessoas, tenho percebido também alguns detalhes que se repetem no comportamento de muitos. Por exemplo: é grande o número de pessoas que param as coisas de sua vida pelo meio (poderíamos até chamar de “maldição do meio”); ou seja, pessoas que não conseguem terminar o que começaram. A Bíblia nos diz que “melhor é o fim das coisas do que o começo delas” (Eclesiastes 7:8), porém muitos não podem constatar isso, pois nunca terminam o que começaram. Quando reparamos nessas pessoas, percebemos que nas mais diversas áreas de sua vida as coisas estão pelo meio e sem perspectiva de terminarem: vida amorosa ficou pelo meio, vida profissional ficou pelo meio, vida espiritual ficou pelo meio. Triste! Mas é a realidade de muitos.

 

Na verdade, o que tem faltado a muitos é RESILIÊNCIA. Essa palavra, em latim, significa “voltar ao normal”. Um cientista a usou para tratar sobre a sua teoria da elasticidade dos materiais. Um exemplo disso seria a vara usada por um atleta na modalidade esportiva salto com vara. Essa vara enverga ao receber o peso do atleta e, portanto, naquela hora absorve energia e toda uma carga e, então, a libera, impulsionando o atleta para cima. Mas, depois, ela volta ao seu estado normal. Isso é resiliência. Esse exemplo pode se aplicar a nossa vida, pois também sofremos pressões e até nos envergamos, mas, depois, devemos voltar ao normal. Devemos ter resiliência, ou seja, não permanecer parados no meio da estrada, no meio da nossa história, por conta das pressões que já sofremos, quer tenham sido perdas, fracassos, decepções ou qualquer outra situação. Devemos nos levantar e continuar.

 

O apóstolo Paulo, quando escreve sua Carta aos Romanos (capitulo 12 e também versículo 12), diz que devemos ter a “alegria na esperança”, quer dizer, devemos saber que tudo vai passar e que as coisas não vão permanecer como estão; até mesmo a dor vai encontrar um lugar dentro de nós e abrir caminho para a continuidade da vida. Portanto, saiba que um novo dia virá. Ele também fala sobre a “paciência na tribulação”; precisamos dessa qualidade que advém da certeza de que Deus está no controle e sabe a hora certa de todas as coisas. Ele fala ainda sobre a ”perseverança em oração”, ou seja, perseverar significa “não desistir”; insista com seus sonhos, insista com a felicidade, pois se Deus está te permitindo acordar para viver mais um dia, é porque ainda tem alguma coisa para acontecer. Creia nisso, em nome de Jesus. Não fique preso a um luto eterno, não fique chorando todos os dias. Enxugue as lágrimas e vá em frente, pois o Senhor é contigo.

 

Na Carta aos Hebreus (capitulo 10, verso 39) está escrito algo que acho tremendo: “Nós, porém, não somos dos que retrocedem e são destruídos, mas dos que crêem e são salvos”.

 

Jesus te abençoe! Um forte abraço e até a próxima, se Deus disser que sim.

 

 *Luiz Antonio da Silva, ministro do Evangelho, é pastor da Igreja do Evangelho Quadrangular no bairro Jardins, em Aracaju, e Supervisor da igreja no Estado de Sergipe. Possui formação acadêmica em Teologia e graduação em Psicanálise Clínica, com pós-graduação em Teoria Psicanalítica. Também é graduado em Administração, com ênfase em Recursos Humanos e pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas. Colunista no Jornal Correio de Sergipe e, agora, no Portal NaPolítica. Contato: luantosilva@msn.com

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