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30/12/09 | 08:28h (BSB)

Nitinho

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Foto: César de Oliveira

O vereador Nitinho (DEM) estranhou uma matéria veiculada em setores da imprensa na qual se lê que há vereadores recebendo o dinheiro pago aos "assessores". Na sua ótica, a matéria deveria apontar quem são estes vereadores, para não ser injusta com quem não comunga com a prática. "Seria interessante dar nomes aos bois. Tenho 12 anos de mandato de vereador e nunca teve qualquer denúncia de qualquer assessor meu neste sentido", disse o vereador. Mesmo com a Câmara em recesso parlamentar, o vereador procurou o Universo Político.com para lamentar o episódio.

 

Ocupado
A iniciativa deveria partir do presidente da Casa, o vereador Emmanuel Nascimento (PT). Mas parece que ele anda muito ocupado comparando as administrações Déda x Nogueira. E não deve ter tempo para isso. Aliás, se a intenção dele, ao dizer na imprensa que a gestão Edvaldo é melhor que a administração Déda, foi fazer a média com o prefeito de Aracaju, como pensa a oposição, o tiro ainda arde em seu pé. Edvaldo e Déda são amigos não se valem de rivalidade.

 

Entrevista infeliz
Ontem no almoço oferecido pelo ex-governador João Alves Filho (DEM) à imprensa, o assunto foi a entrevista infeliz que Emmanuel Nascimento concedeu ao jornalista Paulo Souza, na Rádio Comércio, no último sábado.

 

Entrevista infeliz II
A postura de Emmanuel foi bastante criticada, sobretudo pelo fato de o governador Marcelo Déda ainda estar se recuperando. Comentou-se que, além do próprio Déda, o prefeito Edvaldo Nogueira chegou a ligar para Emmanuel. Para agradecer não deve ter sido.

 

Imbecil
"Foi a entrevista mais imbecil do ano. Como é que Emmanuel Nascimento fala uma besteira daquela? Queria a gravação para exibir num carro de som pela cidade", disse o deputado federal Mendonça Prado (DEM), provocando risos numa roda de jornalistas. 

 

Terça-feira, dia 29 de dezembro

Déda

Em declaração à equipe do Valor Econômico, o governador Marcelo Déda classificou como "um caos completo" a situação do Estado na época em que ele o assumiu. "Encontramos o Estado em 2007 com déficit fiscal de R$ 156 milhões, déficit previdenciário de R$ 178 milhões, passivo com os servidores, dos quais R$ 45 milhões eram devolução do desconto previdenciário feito ilegalmente pelo Estado, não cumprimento dos gastos obrigatórios na área de saúde e déficit primário de R$ 1,4 bilhão, pequeno, mas que nos colocou fora do negociado no programa de ajuste fiscal com o Território Nacional", denunciou.



23-08-2019
 

 

 

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