Na Política

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15/10/20 | 07:23h (BSB)

Para Maria do Carmo é preciso desburocratizar o acesso ao crédito para micro e pequenos empresários

A senadora Maria do Carmo Alves (DEM) defendeu hoje (14) a desburocratização do processo para que micro e pequenos empresários tenham acesso a crédito para continuarem sobrevivendo em meio à turbulência gerada pelo novo coronavírus. “Para nós está claro que a burocracia tem imperado, fazendo com que grande parte dos recursos previstos nas medidas anunciadas pelo Governo não cheguem às pequenas e microempresas”, disse Maria, que acompanhou remotamente a audiência pública da comissão mista que fiscaliza as ações do Governo no combate à pandemia da covid-19.

Maria citou declaração do presidente do Sebrae, Carlos Melles, segundo a qual, pelo menos 50% dos micros e pequenos empresários nem tentaram recorrer ao crédito pelas dificuldade burocráticas que encontram. De acordo com Melles, os outros 50% que tentaram, apenas 22% obtiveram êxito, representando 15% do total. “Quanto mais se burocratiza, mais comprometida fica a retomada da economia”, disse a senadora, ao se somar à proposta do gerente de políticas públicas do Sebrae Nacional, Silas Santiago.

“Silas defende a moratória dos tributos do Simples Nacional e um marco legal do empreendedorismo para que as empresas voltem a se organizar e tenham perspectiva de se manterem”, pontuou Maria do Carmo, observando que sem condição adequada para se reerguer, com certeza, as pequenas e microempresas não conseguirão sobreviver no pós-pandemia. “É preciso adotar medidas para socorrer os que já estão completamente inviabilizados sob pena de estarmos contribuirmos para um caos econômico e social ainda maior”, destacou a parlamentar sergipana.

A senadora lembrou que, de acordo com levantamento do próprio Sebrae, apequenas organizações são responsáveis por 54% dos empregos formais do país e as que mais assinam carteira dos colaboradores, mas são as que mais enfrentam dificuldades para ter acesso a crédito. “Acompanhamos o drama desses empresários que, sequer, eram recebidos pelas instituições bancárias, mesmo havendo garantias do Governo”, falou Maria, acrescentando que “precisamos facilitar o processo para que eles não caiam num abismo maior do que já estão enfrentando. O que se quer, na verdade, é permitir que esses micro e pequenos empresários sejam tratados com respeito e dignidade para continuarem contribuindo com a economia e com o desenvolvimento do país”.


Da Ascom



20-10-2020
 

 

 

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