Na Política

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03/10/19 | 06:32h (BSB)

Servidores da FHS fazem paralisação e aguardam novas negociações

Durante a paralisação de 24 horas, ocorrida nessa terça-feira, 1º de outubro, na frente do Hospital Regional de N. Sra. do Socorro, os servidores da Fundação Hospitalar de Saúde (FHS) representados pelo Sindicato dos Trabalhadores na Área da Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) deliberaram que vão aguardar até o final de outubro para realizar uma assembleia a fim de saber sobre os andamentos das negociações entre o sindicato e a fundação. A categoria reivindica melhores condições de trabalho, através de um novo Acordo Coletivo de Trabalho, reajuste salarial que já se arrasta há seis anos e implantação na prática do Plano de Emprego e Remuneração (PER).

Nesta terça-feira, os servidores começaram uma paralisação de 24 horas, com um ato das 7h às 9horas, com participação de trabalhadores de todas as regionais. Os que não puderam se dirigir até a unidade de N. Sra. do Socorro fizeram a paralisação nos próprios locais como Boquim, Capela, Estância, Itabaiana, Tobias Barreto, Propriá, Nossa Senhora da Glória, Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) e Maternidade Nossa Senhora de Lourdes.

A última negociação entre o Sintasa e a FHS ocorreu há menos de uma semana, no dia 27 de setembro, em audiência na sede da Procuradoria Regional do Trabalho da 20a Região, com mediação do procurador do Trabalho, Ricardo Carneiro. Na ocasião, a fundação pediu um prazo para apresentar os pontos de concordância da proposta do Acordo Coletivo do Trabalho apresentada pelo Sintasa. A resposta sairá ainda este mês.

Negociação

A depender do que será apresentado pela FHS, o Sintasa pedirá ou não a necessidade da continuidade da mediação do Ministério do Trabalho. Caso os pontos sejam pacíficos para as duas partes, será encaminhado um documento para a Superintendência Regional do Trabalho para que o Acordo Coletivo seja assinado. Por conta desta expectativa positiva, é que ficou deliberada a próxima assembleia no dia 31 de outubro, a partir das 8 horas, na sede do sindicato.

“Nós temos que estar mobilizados. Nós temos que pleitear aquilo que desejamos. Buscar o reajuste salarial, destravar o Plano de Emprego e Remuneração e fazer um novo acordo coletivo”, declara o presidente do Sintasa, Augusto Couto, que participou do ato junto com os diretores do Sintasa, Adaílton dos Santos, Maria de Lourdes, Maria Edite e Cleverton Braz, além do gerente administrativo Janderson Alves.

A técnica de enfermagem Márcia Rejane explica a situação dos trabalhadores da área da enfermagem da FHS. “Nós estamos sobrecarregados com 36h semanais, enquanto estamos há seis anos sem reajuste salarial. A enfermagem pede socorro ao governo diante do descaso com esta classe”, desabafa a servidora.


Da Ascom



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