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10/01/19 | 07:25h (BSB)

“2019 não começou bem para os aracajuanos”, lamenta Elber

O vereador Elber Batalha (PSB) criticou fortemente a administração do prefeito Edvaldo Nogueira em vários aspectos e lamentou que os aracajuanos estejam sofrendo com tanto descaso por parte da Prefeitura de Aracaju.

Segundo o parlamentar da oposição, a população não tem nada a comemorar nesse novo ano que se inicia. “Infelizmente, o ano de 2019 não começou nada bem para os aracajuanos. Agora no final do ano ganharam um presente de grego do prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, que reajustou as tarifas do transporte público em 14,2%, aumentando para R$4,00, sendo a maior do nordeste. Edvaldo já havia dado um aumento ano passado de 12,9% nas tarifas de ônibus. Isso é a prova para que é apenas para os empresários que ele trabalha”.

IPTU

Ainda na mesma linha, Elber lembrou também da promessa não cumprida da revogação do IPTU de Aracaju. O vereador disse que entrou na justiça, que já declarou inconstitucionais tanto a lei de João Alves, quanto a de Edvaldo que aumentavam o IPTU. Mas, devido às manobras do prefeito na justiça, os aracajuanos só pagarão IPTU mais barato em 2020.

“Edvaldo brinca com a nossa população. Mentiu ao dizer que revogou o IPTU, num claro estelionato eleitoral, comprovado pela justiça de Sergipe quando declarou essa lei inconstitucional. Agora, quando ele teve a chance de realmente diminuir o valor do imposto, a partir de nossa ação, não o fez. Ao contrário, entrou com uma série de recursos, o que levou ao adiamento do julgamento e com isso só a partir de 2020 é que os aracajuanos poderão pagar mais barato e serem ressarcidos”, lamentou.

Paralisação dos Médicos

Elber também questionou a falta de diálogo do prefeito de Aracaju com a classe médica da capital. Logo no primeiro dia de 2019, terça-feira, mais de 100 médicos deixaram de trabalhar nas unidades Fernando Franco, no conjunto Augusto Franco, e no Nestor Piva, no bairro 18 do Forte. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) propôs mudança no regime de pagamento, passando do regime de Recibo de Pagamento Autônomo (RPA) para o modelo de contratação de Pessoa Jurídica (PJ). Com essa transição, os profissionais alegam uma perda no valor da hora trabalhada de 25%, passando de R$100 para R$75, além dos impostos que seriam pagos pelos médicos.

“Nisso, a população ficou totalmente desassistida e superlotou o Huse. Agora, a prefeitura, que dizia não ter dinheiro para pagar essas horas, contrata uma empresa privada para gerir, que custará R$2milhões aos cofres públicos, sendo que o custo mensal seria de R$ 300 mil com os pagamentos aos profissionais, tudo isso segundo a própria prefeitura. Não dá para entender essa conta”.

 

Da CMA



18-01-2019
 

 

 

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