Na Política

Biblia Online

02/01/19 | 17:06h (BSB)

Belivaldo pede autorização à Alese para contrair empréstimo

Governador fala em dificuldades financeiras

Os deputados estaduais retornam nesta quinta-feira, 3 à Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). Os parlamentares foram convocados para votar em Sessão Extraordinária, projeto de autoria do Poder Executivo pedindo autorização para contrair um empréstimo da ordem de 250 milhões de reais (antecipação dos royalties). Com esses recursos e a economia por meio da diminuição de despesas e aumento da arrecadação, o governador Belivaldo Chagas (PSD), espera minimizar a situação financeira do Estado, cujo déficit da Previdência deverá ser de 100 milhões de reais por mês a partir de janeiro de 2019.


“A situação financeira do Governo do Estado é muito grave, é muito difícil e eu não vou esconder isso da população. Não passava pela minha cabeça, utilizar nesse primeiro momento, recursos de antecipação de royalties pois a gente precisa recuperas as rodovias estão em petição de miséria. Estamos encaminhando para a Assembleia Legislativa de Sergipe, uma autorização para contrair empréstimos da ordem de até 400 milhões de reais, mas a ideia é contratar um empréstimo de apenas 250 milhões de reais deixando uma boa parte dos royalties para a recuperação das estradas”, afirmou em entrevista à TV Sergipe nesta segunda-feira, 2.


Belivaldo Chagas destacou a necessidade de captar recursos, em virtude do déficit da Previdência Estadual, que será da ordem de 100 milhões de reais por mês a partir de janeiro deste ano. “Nós vamos ter um bilhão e 200 milhões de reais de déficit e isso significa dizer que vamos precisar dinheiro do Estado para tapar o buraco da Previdência. Uma das medidas é a venda de terrenos em Aracaju e no Platô de Neópolis, além de imóveis que deixaram de ser utilizados pelo Estado e serão vendidos para fazer caixa enquanto aguardamos a Reforma da Previdência e a Reforma Tributária”, afirma.


Reunião


O governador de Sergipe anunciou uma reunião para a primeira quinzena de fevereiro, com representantes de todos os poderes, de órgãos autônomos e segmentos da sociedade.

“Eu decidi fazer essa reunião para mostrar a real situação do Estado, ou seja, o déficit financeiro, quanto foi arrecadado em janeiro e de que forma utilizamos esses recursos para que todos compreendam a nossa situação, pois preciso neste momento de no mínimo de 200 a 300 milhões reais para garantir a folha de fornecedores até o meio do ano. Com a venda de terrenos e de ações, a expectativa é de fechar o exercício de 2019 e começar o ano de 2020 com tranquilidade”, acredita.


Da Alese



27-06-2019
 

 

 

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