Na Política

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02/08/17 | 06:40h (BSB)

Eduardo Amorim alerta para crise social e econômica do estado de Sergipe

O Anuário Socioeconômico de Sergipe, publicação do Grupo de Pesquisa em Análise de Dados Econômicos, vinculado ao Departamento de Economia da Universidade Federal de Sergipe (UFS) foi destaque no início do semestre legislativo do Senado Federal. O senador Eduardo Amorim (PSDB-SE) apresentou os números aos seus pares. Para ele, os números negativos são um reflexo das sucessivas gestões no comando do Governo do Estado.

“Em função da falta de planejamento, as coisas estão piores no nosso Estado do que no restante do país. Após 14 anos de expansão média de 2,5% anuais, levemente inferior à média brasileira, Sergipe chega em 2017 sem conseguir reverter a perda de espaço na economia nacional, com elevada taxa de desemprego e PIB per capita estimado em R$ 18,1 mil, bem abaixo da média brasileira que é de R$ 30,4 mil”, detalhou Eduardo.

Segundo ele, em 2014, Sergipe possuía um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 0,681, um dos piores em qualidade de vida do Brasil, indicando que o crescimento econômico experimentado e as opções estratégicas adotadas pelo Governo e pela sociedade não têm se revertido em melhorias significativas no campo social.

Violência

“Sergipe figura como o Estado mais violento do país, de acordo com o Anuário da Segurança Pública, do Ministério da Justiça. Enquanto estados vizinhos se aparelhavam e se estruturavam, Sergipe foi ficando para trás”, disse ao completar que “a criminalidade migrou para nossas cidades”.

Saúde e Educação

Eduardo Amorim relatou em Plenário que a Saúde Pública, segundo o Anuário, não são suficientes para atender às demandas, e sua governança. Perde prestígio junto à opinião pública pelo uso indevido de seus recursos; já na Educação, o ensino fundamental, embora universalizado, tem desempenho sofrível e ocupa as últimas posições no ranking nacional.

“A previdência de Sergipe é outro exemplo da falta de enfrentamento dos problemas estruturais, dos problemas financeiros por parte do governo estadual. Temos um endividamento total de 4,4% em 2009 do PIB estadual, para 13,7% em 2016”, alertou Eduardo.


Da Ascom



19-08-2017
 

 

 

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