Na Política

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11/09/14 | 22:53h (BSB)

Jackson anuncia que vai enxugar Fundações

 

“Nós não continuaremos com as 26 secretarias que o Estado tem. Respeito o projeto de Marcelo Déda, mas garanto enxugar a máquina. Neste momento, temos oito secretarias que podem ser extintas”, declarou o governador e candidato à reeleição Jackson Barreto (PMDB), no programa “Liberdade Sem Censura”, comandado pelo jornalista Evenilson Santana na rádio Liberdade FM. Durante a entrevista, Jackson Barreto falou sobre o ritmo de trabalho durante os 10 meses à frente do executivo estadual, respondeu questionamentos do radialista, dos ouvintes e expôs propostas para o próximo governo.


Jackson Barreto lembrou que deu celeridade às obras e investimentos do governo estadual desde que assumiu a gestão, em dezembro. Sergipe mantém o índice de crescimento econômico, é líder na geração de empregos e, somente neste semestre, o Conselho de Desenvolvimento Industrial aprovou projetos de instalação de sete novas indústrias. Os novos empreendimentos serão instalados no município de Tobias Barreto e no Distrito Industrial de Nossa Senhora do Socorro, onde atuarão nos ramos de confecções e material gráfico, gerando mais de 340 empregos diretos para a população sergipana.


“Peguei o projeto andando e não quis fazer alterações profundas. Nesses 10 meses como governador, estive presente em todos os cantos de Sergipe. Conheço o caminho de Brasília para buscar recursos, trouxemos obras, inauguramos investimentos. Isso me credencia a ter experiência como governador, a manter meu compromisso de cuidar das pessoas e dos mais carentes. É preciso avançar mais, continuar esse trabalho”, afirmou.


Questionado sobre as Fundações Hospitalares e os investimentos na área da saúde, o governador destacou que o Estado investiu mais de R$ 300 milhões na recuperação de oito hospitais regionais e construção de 87 clínicas de Saúde.


“As Fundações estão inchadas. Acabar com as Fundações é acabar com direito adquiridos dos servidores concursados. O que vamos fazer é diminuir o tamanho das Fundações, otimizá-las, para que o dinheiro seja utilizado na atividade fim e não na atividade meio”, disse.


Jackson voltou a lembrar os problemas de improbidade administrativa herdados da gestão de Eduardo Amorim, quando foi secretário de Saúde.


“O senador Eduardo Amorim é a pessoa menos indicado para falar dos problemas da saúde porque os problemas começaram quando ele foi secretário da Saúde, no governo de João Alves. Ele foi demitido por superfaturar medicamentos e equipamentos e responde a vários processos no Supremo Tribunal Federal. Encontramos oito hospitais fechados, reconstruímos os hospitais, fizemos 87 clínicas, trouxemos médicos. Ontem, conversei com o prefeito João Alves e disse que é impossível o Huse operar normalmente se as Clínicas e Unidades de Pronto atendimento de Aracaju não funcionam. Investimos mais de R$ 300 milhões na saúde para abrir o hospital de Propriá, Lagarto, Estância, Socorro, São Cristóvão. Temos unidades de pronto atendimento em Boquim, Porto da Folha, Poço Redondo. Fizemos a infraestrutura, agora precisamos trazer mais médicos, aumentar os exames, as cirurgias, medicamentos. Já estruturamos a rede e agora vamos cuidar das pessoas”, esclareceu.


Segurança nas escolas
Perguntado sobre as propostas para aumentar a segurança nas escolas, o governador apresentou o projeto de criar grupos especiais de ronda para dar segurança aos alunos e professores.


“Com o aumento do efetivo da Polícia Militar, vamos colocar um policiamento especial nas áreas das escolas. Por exemplo, o Santos Dumont que tem várias escolas estaduais, essa polícia especial circularia nas áreas adjacentes para oferecer mais segurança aos alunos e professores. É importante dizer que a Secretaria de Educação está contratando vigilantes, dentro da lei, para garantir a segurança nas escolas”.


Jackson destacou as ações do Governo na área de Segurança, que paga o terceiro melhor salário do país aos policiais.
“A Polícia Militar e a Polícia Civil de Sergipe estão entre as melhores em resolutividades de crimes. Pagamos hoje um dos melhores salários da polícia do país. Criamos o Ciosp, o Getam e o Pelotão da Caatinga. Investimos R$ 11 milhões em equipamentos para a Segurança, compramos armamentos, viaturas e estamos aumentando o efetivo da polícia militar com o concurso público. Já chamamos 600 aprovados e até o fim do ano mais 600 serão convocados. O efetivo vai passar para 5.700 militares. Estamos mostrando resolutividade nas ações. É evidente que a população está vendo que estamos trabalhando”, disse.

Questionado sobre uma suposta relação do Estado com Paulo Roberto Costa — ex-diretor de Abastecimento da Petrobras preso pela Polícia Federal suspeito de gerenciar um esquema de lavagem de dinheiro —, Jackson Barreto refutou qualquer insinuação sobre sua relação com o empresário e lembrou que sua história política é marcada pela idoneidade.

“Em janeiro, eu recebi Paulo Costa quando ele assinou o protocolo de intenções para construir uma refinaria. Eu não tenho nenhuma preocupação em relação a esse assunto e nada a explicar. Meu nome não está envolvido nessa delação e nem poderia estar porque não tenho nenhuma relação com ele. Quem deve ter receio é quem anda com malas de dinheiro, pega empréstimo no Banco do Nordeste, na Caixa Econômica às vésperas das eleições. Eu não tenho patrimônio, não tenho fazenda, não tenho gado com orelha cortada, não tenho relação com doleiro. Meu adversário mora no condomínio mais caro de Aracaju, uma casa lá vale mais de R$ 4 milhões, mas isso não está na declaração de bens dele. O irmão dele mora no apartamento mais caro da cidade, mas isso também não está declarado. Minha vida sempre foi um livro aberto e dedicada ao povo sergipano. Tenho que me preocupar é com as propostas de governo”, respondeu.

 

“Os jornalistas Cláudio Nunes (Infonet) e Rita Oliveira (Jornal do Dia) noticiaram que o senhor Edivan Amorim, através da empresa Sisan, estaria contraindo um empréstimo de R$ 3,5 milhões na Caixa Econômica em Sergipe. Eles lembram que essa mesma empresa já havia contraído empréstimo de R$ 55 milhões ao Banco do Nordeste em Minas Gerais, não pagou e parcelou até 2025. Para Edivan Amorim pegar empréstimo de R$ 3,5 milhões na Caixa, é para a campanha eleitoral. Todo mundo sabe que ele é quem manda no irmão Eduardo Amorim”.


O governador finalizou a entrevista pedindo ao povo a oportunidade de continuar desenvolvendo Sergipe.
“Precisamos de tempo para colocar em prática as políticas públicas que beneficiarão os sergipanos. Peço o voto dos sergipanos para continuar esse trabalho, para trabalhar mais pela saúde e segurança. Sinto-me preparado para o pleito e para a administração estadual porque conheço profundamente os problemas do meu Estado”.

 

Da Ascom



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